Cazuza: um ‘moleque’ genial e três curiosidades da vida do poeta

Rebelde e poeta, Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido por Cazuza, foi lembrado ontem pelo aniversário de 21 anos de sua morte – em 7 de julho de 1990. Nascido em 1958, passou a infância e adolescência como um bon vivant em Ipanema. O baixo Leblon foi sua casa durante a juventude, ao lado de sexo, drogas e rock’n roll. Mesmo após muito tempo, há curiosidades sobre este icônico artista da música brasileira. Cazuza – um jeito do Nordeste para falar moleque – foi o apelido dado a ele, ainda em gestação, por seu pai, o produtor musical João Araújo.

A grande habilidade com letras foi comprovada no interesse de Ney Matogrosso, que musicou o poema do garoto de 17 anos escrito para sua avó Maria. No dia 15 de 1985, o Barão Vermelho se apresentava na estreia do Rock in Rio – no mesmo dia acontecia a eleição do presidente Tancredo Neves, marcando o fim da ditadura militar. Cazuza comemorou o término de torturas e censuras no palco, cantando ‘Pro Dia Nascer Feliz’. Agora esta pode causar inveja em muitos: amigo do jornalista Pedro Bial, aos 11 anos, tiveram que fazer uma entrevista para um trabalho de escola. Como o pai de Cazuza era presidente da Som Livre, agendou um encontro com Vinicius de Moraes. A dupla de jovens foi recebida pelo compositor dentro de sua banheira, e deu uísque aos dois.

Cristiane Bonin

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