Com mato alto ao lado de condomínio, moradora relata aparecimento de escorpião

Área fica ao lado do condomínio no bairro Água Branca | Foto: Amanda Vieira/JP

A auxiliar administrativo Daiane Previde tem recebido visitas indesejadas em sua casa. Isso porque uma área verde, na rua Tóquio do bairro Água Branca, ao lado do condomínio em que mora, está com mato alto. Ela conta que neste mês um escorpião encontrou na casa e não há muito tempo uma pequena serpente. Sua casa fica próxima ao muro do condomínio. Outras reclamações também chegaram à reportagem do Jornal de Piracicaba, como mato alto próximo a pontos de ônibus.

“A última vez que apareceu escorpião foi agora, no mês de janeiro, no final de semana passado. É perigoso demais, porque tenho um filho de 13 anos e dois cachorros pequenos no meu quintal”, conta Daiane.

No caso da Jaqueline Martins, moradora do bairro Água Seca, o medo é de frequentar o ponto de ônibus que fica na Rodovia Margarida da Graça Martins, KM 19 – acesso ao Unileste – e ter alguém escondido no matagal que se formou. “A noite é um perigo de alguém estar escondido no meio do mato e nos assaltar. Pouco caso com a população”, afirma. Ela depende do transporte coletivo diariamente. “Muito perigoso, muito mesmo”, complementa.

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No bairro Glebas Califórnia mato alto em calçada também atrapalha quem precisa usar o ponto de ônibus. Moradora que não quis se identificar afirma que um vizinho já limpou uma parte, mas o mato continua. O leitor Gabriel Bizoto também enviou reclamação de mato alto na rua Ademilde Filipine Furoni, no Manacás, e na rua Fernando Ferraz de Arruda, no Jardim Castor.

A prefeitura informou que vai enviar nesta quinta-feira (28) fiscal para área verde no Água Branca. Sobre o ponto de ônibus na Água Seca, disse que vai roçar o local. No Glebas Califórnia, informou que está na programação em até 10 dias. No Manacás, que o local está na programação de janeiro. E que a rua citada no bairro Jardim Castor é de responsabilidade do DER (Departamento de Estradas e Rodagens), com o qual a reportagem não conseguiu contato.

Andressa Mota

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