Comércio e serviços não disseminam covid-19, diz Acipi

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Reunião de entidades com deputados aconteceu ontem | Foto: Divulgação

Em encontro com os deputados estaduais Alex Muniz de Oliveira, Roberto Morais e Luciana Avigo Félix, representando Murilo Félix, na tarde de ontem, o presidente da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) Luiz Carlos Furtuoso apresentou um estudo demonstrando que o comércio e serviços não disseminam a covid-19. A reunião debateu as restrições aos estabelecimentos e o aumento de impostos, principalmente o ICMS.

De acordo com o estudo, que reforça o pedido por “uma postura de defesa” do comércio e serviços aos deputados, Furtuoso aponta que quando Piracicaba registrava apenas 11 casos da doença do novo coronavírus, o comércio estava fechado e as atividades paralisadas.

“Com o comércio fechado, os casos foram para 4.904. Quem paga a conta de ter de fechar o estabelecimento são as empresas. Em função das eleições, o número de casos aumentou. Essas restrições impactaram fortemente no desemprego, na angústia das famílias”.

Vice-presidente da Acipi, Jorge Aversa Junior, empresário do setor automotivo, também expôs suas reivindicações. “Acompanho todo o movimento da classe automotiva. Serão R$ 4 mil só de taxas e impostos. Sabemos a força e dificuldades dos deputados, mas pedimos encarecidamente que olhem para a população e analisem os protocolos na Assembleia”, disse.

José Coral, presidente da Coplacana, também lamentou o cenário do município diante da pandemia. “O aumento do ICMS, tudo o que está acontecendo, é um absurdo. Já tivemos muitos prejuízos com a pandemia, agora com esse aumento, teremos muito mais”.

Roberto Morais disse que a “dói o coração” ver os estabelecimentos que fecham e lamenta as restrições do Plano São Paulo, do Governo do Estado. “Isso nos tirou do convívio social. Estamos aqui, fazendo pressão, falando a verdade”.

Erick Tedesco

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