Como cuidar da alimentação do pet durante os meses mais frios

Foto: Freepik

Com a chegada do inverno, algumas medidas são necessárias para manter a saúde e bem-estar dos animais

O inverno chegou e com ele as baixas temperaturas. Nesta época do ano, tutores de cães e gatos precisam redobrar os cuidados com o bem-estar de seus animais, com atenção especial à alimentação.

É importante esclarecer que os pets não necessariamente sentem mais fome no frio. O inverno brasileiro é ameno e as condições domésticas em que a maioria dos pets vive, são alguns dos fatores que tornam pouco provável que a temperatura interfira na necessidade de alimento para o funcionamento do organismo dos animais de estimação.

“Grande parte dos cães e gatos que têm lar vive em áreas internas, permanecem no conforto do lar aquecido, com camas, mantas e até roupinhas, e dificilmente saem na rua para exercícios intensos, o que contribui para que mantenham a temperatura corporal estável”, explica o médico-veterinário Flavio Silva, mestre em nutrição de cães e gatos e supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet.

Se a temperatura do pet se mantém estável com essas condições, isso significa que o organismo dele não está gastando mais energia para se manter aquecido. “Como não há aumento no gasto energético, não há motivo para repor energia com mais calorias, muito menos para que o animal sinta mais fome. Portanto, o tutor não deve oferecer alimento a mais”, esclarece o especialista.

DICAS

-Mantenha uma rotina de alimentação com horários fixos. Não deixe o alimento por mais de 15 minutos a cada refeição. Se o animal não comer, retire a vasilha;

-Os petiscos não substituem o alimento completo e balanceado e devem representar no máximo 10% das calorias diárias indicadas para a idade e o porte do animal;

-Não ceda a olhares, latidos ou miados insistentes à beira da mesa. Cada concessão reforça o comportamento indesejável e prejudicial, que nada mais é do que uma “chantagem” do pet;

-Ofereça brinquedos e passeios para o animal não encontrar na comida sua única fonte de distração e prazer;

-Jamais ofereça os restos da alimentação humana ao animal;

-Eduque as crianças para que não compartilhem alimentos com cães e gatos. Do mesmo modo, eduque o pet para que ele não roube comida das crianças.

Da Redação

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