Como manter a organização da vida financeira e bancária em tempos digitais

Na era de bancos e fintechs, ferramentas e tecnologias auxiliam na tarefa de não se perder nas contas. (Foto: Arquivo Pixabay /Divulgação)

Por isso, é fundamental saber lidar com o dia a dia de contas, equilibrar a renda com as despesas fixas e variáveis que todo mundo tem em um mês. De acordo com pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito – o famoso e temido SPC – 46% dos brasileiros não controlam seu orçamento.

No entanto, hoje em dia a tecnologia está presente em quase tudo que se faz. E, claro que não poderia ficar de fora de uma função tão fundamental como esta para a vida das pessoas. Os bancos digitais já são uma realidade muito presente e que cada vez mais se consolidam como opção para facilitar a rotina financeira de correntistas e empreendedores.

Dentro dos próprios aplicativos dos bancos, entre inúmeras funcionalidades, é possível fazer cálculos, simular investimentos e agendar pagamentos importantes, para que o dinheiro seja mais bem aproveitado e consequentemente renda mais. Saiba como usar isso a seu favor e fazer com que o dinheiro seja uma ferramenta e não um problema.

Fechando as contas no azul

O primeiro objetivo de um cotidiano financeiro organizado e controlado é justamente terminar o mês no azul, ou seja, com mais renda do que gastos. Para isso, é importante saber exatamente quanto vai entrar na conta, para garantir que ao pagar todos as contas, o saldo não fique negativo.

Separar uma reserva de emergência também é uma dica valiosa. Estar preparado para imprevistos faz toda a diferença para não criar dívidas ou deixar o nome sujo. Por isso, é importante reservar uma parte do orçamento para o caso de o pneu furar, o chuveiro queimar ou qualquer coisa fora dos planos que exija um gasto inesperado.

Para ajudar nesse controle, a maioria dos bancos, tradicionais e principalmente digitais, oferecem diversos recursos interessantes pelo próprio app. A consulta instantânea de saldo e extrato, débito automático de despesas fixas e o cartão pré-pago, que ajuda a frear os gastos são algumas das opções que os bancos e fintechs disponibilizam aos correntistas para se organizarem financeiramente.

Para Márcio Barnabé, Chief Marketing Officer da UzziPay, a digitalização dos bancos é uma grande aliada da educação financeira. “A digitalização do sistema bancário fez as pessoas olharem com mais atenção para a educação financeira. Agora é mais fácil se controlar, com extratos e pagamentos na palma da mão”, afirma. A UzziPay é uma fintech com engajamento no desenvolvimento sustentável que possui a proposta de preservar uma árvore na Amazônia a cada novo cliente.                                                                                                                                                                                                                                                     

Destinando o dinheiro com sabedoria

Trocar de carro? Mudar para uma casa maior? Sair do aluguel? Viajar? Seja qual for a meta traçada e em quanto tempo se pretende chegar nela, o essencial para todas elas consiste no planejamento. Montar uma poupança, investir ou apenas guardar uma parte do salário é um passo importante para conquistar o objetivo.

Controlar os impulsos na hora das compras também é necessário para economizar. Não agir pela emoção pode evitar gastos desnecessários e compras exageradas. Abrir mão de pequenas coisas em prol de um objetivo maior pode ser um incentivo para se segurar no supermercado, no shopping e na internet.

Comprar no impulso é um grande inimigo da educação financeira e atrapalha a vida de muita gente. De acordo com o SPC, seis em cada dez consumidores realizam compras no impulso e roupas, calçados e acessórios são os líderes em compras não planejadas, com 19%. O supermercado vem logo na sequência, com 17%.

Projetos em longo prazo também são fundamentais para ajudar a controlar os gastos supérfluos. Ter uma base de investimentos, um consórcio ou até mesmo o tradicional cofrinho são meios seguros de guardar dinheiro, tendo a certeza de que pelo menos uma parte da renda será destinada a isso e trará frutos positivos no futuro.

Além disso, no mercado atual, existe uma modalidade de poupança ou investimento mais adequada para cada perfil, basta selecionar a preferida, levando em conta também que as parcelas não devem pesar a ponto de prejudicar o orçamento no dia a dia. Portanto, é fundamental escolher algo que esteja dentro da realidade financeira daquele momento.

Uma informação interessante é que, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) o cartão de crédito continua sendo o mais apontado pelos brasileiros como a principal modalidade de endividamento: 77,6%. Carnês (17,5%) e financiamento de veículos (10,2%) também permanecem na segunda e terceira posições, respectivamente.

Diante deste cenário, o mais assertivo é apostar na educação financeira desde cedo como uma forma de orientar os jovens de agora para se tornarem adultos com uma maior consciência financeira no futuro. “Uma forma interessante de ensinar sobre administração financeira para os adolescentes, por exemplo, é por meio do cartão pré-pago. A alternativa permite que os adultos responsáveis o carreguem com uma determinada quantia em dinheiro e o portador poderá gastar apenas o que tem disponível de saldo”, explica Barnabé.

Agora, uma forma de ganhar dinheiro usando os serviços bancários é através do “cashback”. Trata-se de um programa por meio do qual o consumidor tem acesso a diversas lojas parceiras, pelo site do “cashback”, que possibilitam o recebimento de parte do valor investido em suas compras, além de possuir um saldo exclusivo para uso neste programa.

Empreendedores também precisam se organizar

Ao abrir um CNPJ, o empreendedor ou microempresário individual – MEI – passa a ter uma função ainda mais complexa: organizar as finanças pessoais e as finanças da empresa. Esse é um passo fundamental para a prosperidade de qualquer negócio e um erro comum que deve ser evitado é justamente misturar as duas coisas.

“Algumas pessoas usam dinheiro da empresa para contas pessoais ou vice-versa, e isso pode acabar prejudicando a saúde financeira dos dois. É importante separar a pessoa física da pessoa jurídica e entender que cada uma delas tem o seu orçamento, rendas e débitos próprios”, esclarece Barnabé.

Para ajudar nessa tarefa, a UzziPay lançou recentemente a Conta Digital PJ, com funcionalidades exclusivas para empresas. Entre essas vantagens, destacam-se: extratos personalizados (podem apontar em qual segmento a maioria dos gastos está concentrada), a folha de pagamentos com agendamento de salário (facilita a automatização de processos e evita esquecimentos e/ou perda de prazos) e o boleto de cobrança com memorização de dados, que otimiza tempo por já armazenar as principais informações do usuário.

Da Redação

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