Como os esportes aquáticos podem amenizar as dores nas costas

A temperatura da água ajuda a relaxar mais, aliviando a dor e tensão musculas | Foto: Freepik

Você, em algum momento da vida, já deve ter sentido dores em algum lugar da coluna. Essas dores, que podem ser causadas por maus hábitos, como o sedentarismo, obesidade e até o tabagismo, também podem ser resultado de
alguma doença.


Para o médico Cezar de Oliveira, neurocirurgião, especialista em coluna do Hospital Sírio-Libanês, as atividades físicas são fundamentais para um paciente que sofre com alguma patologia da coluna. “Desde que tenha liberação médica, os exercícios ajudam com a manutenção do peso, com o fortalecimento dos músculos e ajudam a manter a postura correta”, conta
o médico.

Com a temperatura aumentando com a chegada do verão, essas atividades físicas, que são indispensáveis para quem sofre com dores na coluna, podem ser realizadas
na água.

HIDROGINÁSTICA
Exercícios físicos embaixo da água são excelentes para melhorar a respiração, resistência física e postura de seus praticantes. Para aqueles que sofrem com dores como aquelas que afetam a coluna, a hidroginástica pode ajudar a aliviar as dores sem impactar
as lesões.

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NATAÇÃO
Você já deve ter ouvido que a natação é um esporte completo quando o assunto é saúde do organismo. Quando nadamos, mexemos grande partes dos músculos, fortalecendo o corpo todo. E, por isso, também é indicado para diminuir as dores nas costas, já que seus movimentos fortalecem especialmente a parte superior do corpo.

Exercícios físicos debaixo da água são excelentes para melhorar a respiração | Foto: Freepik

FISIOTERAPIA AQUÁTICA
Os resultados conquistados com este tipo de fisioterapia são excelentes e quase que imediatos, já que a temperatura da água ajuda a relaxar mais, diminuindo a dor e a tensão na musculatura. Além disso, o empuxo aumenta o espaço entre as vértebras e diminui a pressão sobre elas, dando alívio.

“Ao sentir qualquer dor nas costas, é fundamental buscar ajuda de um especialista em coluna. Apenas um profissional pode indicar qual é o melhor tipo de tratamento dependendo do seu diagnóstico”, alerta o neurocirurgião, que é chefe das equipes de neurocirurgia nos hospitais Sírio-Libanês, AACD, Hcor, Rede São Luiz, Edmundo Vasconcelos e Santa Catarina. Também é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, graduado pela Faculdade de Medicina de Campos (RJ).

Da Redação

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