Condutores de vans têm apoio do Legislativo e Executivo

Situação financeira dos condutores é delicada. (Foto: Guilherme Leite)

Condutores de vans escolares reagiram com otimismo às conversas iniciais com a gestão Luciano Almeida (DEM) para amenizar os prejuízos que a categoria acumula desde o início da pandemia da Covid-19. O diálogo para levar a situação do setor ao conhecimento da nova administração municipal foi aberto pelo vereador Cássio Luiz Barbosa, o Cássio Fala Pira (PL).

Um grupo de oito condutores de vans reuniu-se nesta quinta-feira (14) com o parlamentar, na Câmara, para tratar da pauta que será discutida com o prefeito em encontro previsto para o próximo dia 20. A categoria e o vereador já tiveram uma conversa inicial com o secretário municipal de Trânsito e Transportes, José Vicente Caixeta Filho, no último dia 8, em reunião classificada como “bastante produtiva”.

Desencadeados pela paralisação das aulas nas redes pública e privada de ensino, os efeitos da pandemia têm levado drama à categoria, que segue sem saber quando retomará, como antes, a rotina de transportar estudantes em vans. “É a preocupação de mais de 200 famílias que sobrevivem disso. Sabemos que não voltará ao normal e estamos buscando ajuda para nos mantermos. Muitos condutores já pararam ou perderam o carro. É uma situação muito difícil”, resumiu João Pereira da Silva, presidente da Acep.

Nesta quinta-feira, em decreto publicado no Diário Oficial, o Executivo prorrogou até 31 de julho o prazo para o recolhimento da taxa de vistoria das vans do transporte escolar.

“O secretário mostrou boa vontade, pois são taxas que não temos condições de estar pagando e elas foram suspensas, pois não temos posição nenhuma de como será a volta às aulas. O Luciano Almeida tinha dito que faria alguma coisa e já demonstrou que está fazendo”, afirmou João Pereira, acrescentando que os condutores buscarão o apoio do governo local para que as taxas cobradas pelo Detran-SP também sejam suspensas. Cássio Luiz lembrou que os condutores escolares foram “uma das primeiras classes a parar em Piracicaba”.

Da Redação

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