Controle de qualidade assegura eficiência do tratamento de esgoto

Desde o início da operação da concessionária Mirante em Piracicaba, o investimento em tecnologia é contínuo, assim como os métodos analíticos e os profissionais altamente capacitados que atuam nos laboratórios da unidade. O resultado de todo esse cuidado é a qualidade do efluente tratado devolvido ao meio ambiente, assegurada por um controle rigoroso, estabelecido de acordo com os parâmetros dos principais órgãos de federais de fiscalização.

Sob a gestão da área de Operações, a estrutura do sistema conta com três laboratórios, distribuídos nas estações de tratamento de esgoto de grande porte: Bela Vista, Ponte do Caixão e Piracicamirim, sendo o da última unidade, o maior e principal ponto de condução das análises e que, há um ano, passou por importante obra de ampliação.

Atualmente, os investimentos e melhorias realizadas conferem ao sistema capacidade para conduzir análises em diversos segmentos, das mais simples às mais complexas, que avaliam a caracterização completa do esgoto – desde a chegada do esgoto à estação, até a devolução do efluente tratado ao corpo hídrico, de acordo com os parâmetros da Resolução CONAMA 430/2011.

Mensalmente, são realizadas mais de 1.190 análises do esgoto coletado em 70 pontos diversos, distribuídos entre as estações de tratamento e rios do município. No portfólio de ensaios laboratoriais, a concessionária contempla avalição dos parâmetros: Condutividade, Cor, Demanda Biológica de Oxigênio (DBO), Demanda Química de Oxigênio (DQO), Fósforo Total, Nitrogênio Amoniacal, Nitrogênio Total, Temperatura, Oxigênio Dissolvido, Ph, Turbidez, Sólidos: Sedimentáveis, Totais, Suspensos, Surfactantes, E. coli e Coliformes totais, sendo estes conduzidos uma vez ao mês. Além desses ensaios, seis vezes ao dia, os operadores conduzem outros tipos de controle da eficiência dos métodos de tratamento.

Segundo o supervisor de Operações, Andrey de Souza, a principal finalidade deste processo é garantir que o esgoto receba o tratamento e destinação correta, para que retorne ao meio ambiente em boas condições, sem causar qualquer tipo de risco de contaminação. “Temos como premissa devolver ao meio ambiente um efluente tratado, com qualidade igual ou superior ao do corpo receptor (rio/ córregos) e, desta forma, contribuir efetivamente com a preservação da natureza e dos recursos hídricos. Para isso, estabelecemos procedimentos rígidos de controle, que nos dão condições de obter um monitoramento mais assertivo da efetividade do tratamento realizado em cada unidade”, explica Andrey.

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