CPI é protocolada com adesão de 16, dos 23 vereadores

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que vai apurar irregularidades no Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) de Piracicaba, foi protocolada na segunda-feira na Câmara de Vereadores. O requerimento com 16 assinaturas de parlamentares foi apresentado pelo vereador Gustavo Pompeo (Avante). O parlamentar é o autor da proposta da CPI e explicou a necessidade de ‘ampliar o prazo e acrescentar fatos’.

Pompeo defende a necessidade de investigar contratos firmados pela autarquia, a PPP (Parceria Público Privada) do esgoto, assim como a execução dos contratos, além das ordens de serviços sem atendimento ou finalizadas de forma irregular pela autarquia.

O vereador Anilton Rissato (Patriotas) disse que está ansioso para que o trabalho da CPI tenha início o mais breve possível. Ele defende que as apurações sejam feitas de forma enérgica, para elucidar problemas que afetam toda a população, como serviços mal executados e falta de água.

A CPI é instaurada a partir da assinatura de um terço dos vereadores. O requerimentos é lido em plenário e os trabalhos começam a partir da nomeação dos três membros. Esta vai ser a segunda CPI instaurada na atual legislatura.

O vereador Paulo Campos (Podemos) afirmou ser a favor da CPI uma vez que são inúmeras e frequentes as reclamações da população quanto os problemas do Semae , entre eles a falta de água, aumento nas tarifas com preços abusivos, rompimentos de redes e adutoras, precariedade nas redes de abastecimento, ventosas, registros, reservatórios e equipamentos em precário estado de conservação.

Campos também citou a demora no atendimento de reparos em calçadas e vias públicas, a qualidade dos serviços realizados, além da demora no atendimento dos chamados e dificuldades de registrar solicitações e reclamações.


Beto Silva

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