Crianças são picadas por abelhas no parquinho de creche no bairro Eldorado, em Piracicaba

Enxame estava no teto do escorregador; duas meninas foram encaminhadas para a UPA do Piracicamirim e passam bem. (Crédito: Claudinho Coradini)

Um acidente com abelhas marcou o volta às aulas de três crianças, na manhã desta segunda-feira (3), na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Osvladir Júlio, no bairro Eldorado. Era por volta das 10h quando foram picadas pelos insetos no escorregador do parquinho da escola.

As crianças foram socorridas pelas professoras. Duas, uma de 3 e outra de 4 anos, precisaram de atendimento médico e foram encaminhadas para a UPA do Piracicamirim, mas passam bem. “Eu recebi um telefonema da escola dizendo que as crianças haviam sido picadas por abelhas”, conta a avó de uma delas, Marta da Silva e Silva, 52, dona de casa. “Elas desobedeceram a professora e subiram no escorregador, mas não viram que em cima do escorregador tinha um enxame”, completa.

 

Acidente ocorreu hoje (3) por volta das 10h. (Crédito: Claudinho Coradini/JP)

As professoras que socorreram as crianças também sofreram algumas picadas, segundo Marta. As crianças ficarão internadas na UPA, em observação, até às 18h desta segunda.

A avó da outra criança foi informada do acidente quando chegou para buscá-la na hora do almoço. “Cheguei lá para pegá-la e ela já estava aqui no pronto socorro”, conta a dona de casa Rosângela de Fátima Ribeiro, 46.

 

Rosângela de Fátima Ribeiro, 46, soube do acidente quando chegou na escola para buscar a neta. (Crédito: Claudinho Coradini/JP)

O atendente da escola informou à Rosângela que havia tentado contato antes, porém não a encontrou. Rosângela conta que sua neta tomou mais de 15 picadas, incluindo as costas e cabeça.

Conforme informou a SME (Secretaria Municipal de Educação), por meio da assessoria de imprensa, o enxame era pequeno e estava no teto do escorregador, o que impediu a visibilidade. A escola já fez pedido para a retirada do enxame e, até que seja concluído o procedimento, o parque estará sem funcionar. Além disso, informou que “todo o protocolo escolar para esse tipo de acidente foi seguido à risca”.

Ainda segundo a pasta, na unidade de saúde, as crianças foram atendidas pelo pediatra e receberam antialérgico, “medicamento recomendado para o caso”, e foram colocadas em observação. “Após o prazo de observação receberão alta, porque ambas passam bem”, consta na nota.

Segundo a SME, é feito dedetização na escola duas vezes ao ano, inclusive antes do início do ano letivo, “mas o precedimento é mais eficaz para insetos rasteiros (inclusive baratas)”, conclui.

 

Andressa Mota

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