CRP chega aos 56 anos com mais de 5 mil atendidos

Atualmente 450 atendidos são apoiados desde o nascimento até a idade adulta de forma gratuita (Foto: Claudinho Coradini/JP)

O Centro de Reabilitação Piracicaba, ou simplesmente, CRP, nasceu da iniciativa das famílias de Maria Cristina Guidotti, Eloisa Maranhão de Azevedo, Renato Ometto e Cleusa Aparecida Gobbo, que nasceram com deficiência. Em 1963, o grupo se reuniu para criar um espaço com equipamentos e técnicas voltados à reabilitação da pessoa com deficiência.


A instituição comemorou 56 anos de fundação nesta semana registrando mais de 5.000 atendimentos e o reconhecimento como uma das 50 entidades filantrópicas mais bem administradas do país e recebeu, inclusive, o Prêmio Madre Tereza de Calcutá de Direitos Humanos e a Escola de Educação Especial “João Guidotti”, que é mantida pelo CRP e recebeu o Selo de Escola Solidária.


Atualmente 450 atendidos são apoiados desde o nascimento até a idade adulta de forma gratuita. As verbas que permitem o funcionamento do CRP vêm de parcerias com órgãos públicos como a prefeitura de Piracicaba, além das cidades de Saltinho, Charqueada e Rio das Pedras, e com a Secretaria Estadual da Educação. O CRP também conta com captação de doações por meio das teledoações, geração de renda própria com a realização de bazar e Nota Fiscal Paulista e por meio do imposto de renda com a parceria do Fumdeca (Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente).


De acordo com a assessoria do CRP, para ser atendido o familiar ou responsável pela pessoa com deficiência pode agendar atendimento por espontaneidade ou encaminhamento pelo SUS, Diretoria de Ensino, entre outros.
Nos setores terapêutico e Centro Dia são realizadas avaliações para constatar se é caso de atendimento e para qual área o paciente deverá ser encaminhado.

Beto Silva
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