Andrea Toledo Magrini, 24, ficou internada 29 dias na Santa Casa de Piracicaba (Foto: Divulgação/AI Santa Casa de Piracicaba)

De acordo com os dados da Prefeitura de Piracicaba, até ontem, 57% dos infectados pelo coronavírus na cidade, estavam recuperados. No boletim de ontem, a cidade registrava 1.377 pessoas doentes da covid-19 e outros 783 curados.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera, no caso dos doentes confirmados por critério laboratorial, que estão recuperados aqueles que tiveram dois resultados negativos para novo coronavírus com, pelo menos, um dia de intervalo.

Já nos casos leves de covid-19, a OMS estima que o tempo entre o início da infecção e a recuperação dure até 14 dias.

O Ministério da Saúde informa que, no caso do Brasil, o número de recuperados considera os dois critérios da OMS. De um lado, entram na conta pacientes com infecções mais graves que foram internados e passam por novos testes para identificar se o vírus continua ativo no organismo.

Do outro, estão os pacientes com casos leves, que entram na conta de recuperados quando não apresentam mais os sintomas após 14 dias do início da infecção.

As autoridades sanitárias do país consideram que ainda estão em acompanhamento todos os casos notificados pelas secretarias estaduais de Saúde nos últimos 14 dias que não evoluíram para óbito.

Além disso, há os pacientes hospitalizados por síndrome respiratória aguda grave que foram internados nos últimos 14 dias e não tiveram registro de alta ou óbito no Sistema de Vigilância Epidemiológica de Gripe.

RELATO
A pediatra Suzana Jagle, é uma das pacientes de covid-19 em Piracicaba, que alcançou a cura da doença.

Em matéria publicada no sábado pelo Jornal de Piracicaba, a médica contou como foram os 24 dias – desde o diagnóstico da doença, até a cura.

“Foram 24 dias entre o diagnóstico positivo para a covid-19, a cura e a volta ao front de batalha”, comparou a pediatra, que está entre os profissionais da linha de frente da Santa Casa de Piracicaba na luta contra o novo coronavírus.

A médica contou que ‘esta é uma batalha difícil de ser vencida, pois além da questão física, a doença também a afeta, e muito, o estado emocional do doente’.

Beto Silva

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