Danificada pela enchente de janeiro, travessa oferece riscos aos pedestres que a utilizam diariamente

Danos ocorreram há 7 meses e local apenas foi interditado

Há sete meses os pedestres que usam a passarela sobre o ribeirão Piracicamirim, na avenida Professor Alberto Vollet Sachs, convivem com o risco depois que a estrutura da travessa de ferro foi danificada pela força da correnteza. Mesmo interditada, a passarela vem sendo usada por várias pessoas, diariamente.

Apesar de o risco ser evidente, muitas pedestres se aventuram em fazer a travessia de um lado para o outro da avenida. Isso porque, sem atravessar pela estrutura danificada, é preciso caminhar cerca de dois quilômetros para chegar até a parada de ônibus existente próximo ao Clube Cristóvão Colombo, no bairro Morumbi.

O morador Rafael Vallese disse que utilizava a travessa antes dos danos provocados em janeiro, quando as chuvas atingiram a cidade. Ele contou que usava a passarela assim como vários pedestres, mas diante dos problemas na estrutura, tem usado o carro para ir ao clube.

Vallese aponta o risco de acidentes devido os danos visíveis na estrutura da ponte.

“O pessoal começou a passar e soldaram as entradas, mesmo assim as pessoas atravessam e ela balança muito. O eixo dela está totalmente fora”, apontou.

Segundo ele, muitas pessoas usam a travessa por causa do ponto de ônibus “Não tem outro acesso rápido a pé para ir no outro sentido da avenida”, por isso as pessoas se arriscam, afirmou.

A prefeitura informou nesta quinta-feira (4) que a passarela foi muito danificada pela enchente de janeiro e, após análise, terá de ser removida, já que não apresenta condições seguras para o uso.

Beto Silva
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