Arma usada para coagir moradores foi apreendida (Divulgação)

Policiais civis da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) libertaram uma mulher, que era mantida sob cárcere privado pelo próprio companheiro, nesta quinta-feira (08). Ela ficava trancada em casa, no Jardim Ipanema, e proibida de visitar os filhos ou familiares.

A vítima constantemente também era ameaçada de morte. Na casa do agressor, um homem de 42 anos, os policiais localizaram uma espingarda de pressão que seria usada para coagir moradores do bairro, além de porções de drogas. O homem também cometia violência física e psicológica contra a própria mãe de 85 anos para conseguir dinheiro.

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Segundo a Polícia Civil, o suspeito também chegou a agredir a própria filha, que na época tinha um mês de vida, pois desconfiava que seria filha de outro homem. Só aceitou a convivência após o exame de DNA, que confirmou sua paternidade. O acusado foi conduzido à sede da delegacia especializada, onde foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, cárcere privado, ameaça e violência doméstica.

Por volta das 10h, os policiais da 2ª Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) foram apurar informações que davam conta que um homem comercializaria entorpecentes em sua residência, e que inclusive seria extremamente violento, pois ostentaria uma arma e ameaçaria moradores locais para que não o delatassem. Os agentes estiveram na casa, onde ele foi localizado. Ele passagens anteriores pelos crimes de roubo e tráfico.

Segundo os policiais, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, os agentes encontraram 28 porções de crack, R$ 473,00 em dinheiro, balança de precisão e uma lâmina com resquícios de crack, além apetrechos utilizados para fracionar e embalar entorpecentes e a arma.

Durante a diligência no interior do imóvel, os policiais localizaram a companheira, que era mantida como refém do agressor. A mulher já tinha sido agredida anteriormente pelo amásio e precisou de atendimento médico, devido às lesões que sofreu.

Ele também agredia a sua mãe idosa para que fornecesse seu cartão bancário. Os policiais também descobriram que o acusado tem uma filha de um ano e meio com sua amásia e que quando a criança tinha apenas um mês de idade foi agredida fisicamente, alegando que mataria a criança por desconfiar que fosse filha de outro homem, somente a aceitando-a, após obrigar sua amásia realizar teste de DNA.

O homem prestou depoimento na sede da Deic e depois levado à carceragem, onde ficou até ser apresentado à audiência de custódia.

Cristiani Azanha

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