Dia reverencia profissionais que reúnem técnica, ética, empatia e amor ao próximo

Foto: Divulgação

Setor da enfermagem presta os primeiros atendimentos ao paciente levado para assistência médico-hospitalar

Eles estão presentes em vários processos quando o assunto é saúde: dentro do centro cirúrgico, no pronto atendimento, na coleta de materiais para exames e, até mesmo, na gerência de um setor ou de um hospital. Nesta quinta-feira (12) quando se celebra o Dia Internacional da Enfermagem, os profissionais do Hospital Unimed e da Santa Casa Piracicaba reafirmam o compromisso de salvar vidas, certos de que o principal objetivo é contribuir e acompanhar a evolução e a alta hospitalar dos pacientes.

Amar o que faz é prerrogativa para todo e qualquer profissional, atue ele na área que for. A enfermagem, por séculos – a profissão começou antes mesmo de Cristo – sempre puxou o viés de que para ser bom nessa profissão era preciso ter o ‘dom’, no entanto, a verdade é que para atuar na área do cuidado, desde uma simples aferição de temperatura ao auxílio médico durante um procedimento cirúrgico, por exemplo, é preciso muito mais que isso.

“É preciso dedicação, empatia para com o próximo que vive um momento de extrema fragilidade, sem contar com as habilidades e, muito, mas muito conhecimento. Estudar, aprender e aprimorar todos os dias são essenciais para que o profissional da enfermagem ofereça sempre a melhor assistência ao enfermo” , disse a administradora da Santa Casa de Piracicaba, Vanda Petean, enfermeira de formação e que por anos atuou na área da assistência obstétrica.

“A equipe de enfermagem é multitarefa, mas ganhou destaque nos últimos dois anos com a covid-19, tornando-se uma das protagonistas no combate a uma doença letal e contagiosa. Por esse motivo, reconhecemos todos aqueles que integram a nossa família assistencial”, destacou o presidente da Unimed Piracicaba, Carlos Joussef.

Para a gestora do cuidado da Santa Casa, Denise Lautenschlaeger, além da questão técnica, que deve ser aprimorada diariamente, associada às boas práticas cotidianas, para ser enfermeiro também é preciso se colocar no lugar o outro, saber ouvir, dar atenção, humanizar. “Uma profissão que precisa alinhar e utilizar de todos os recursos [ciência e humanização] para salvar ou, pelo menos amenizar o sofrimento, a tristeza ou o medo que o paciente tem passado”, apontou.

Nos hospitais, os enfermeiros trabalham na chamada ‘linha de frente’, termo que ficou bastante conhecido com a chegada da pandemia da covid-19.

Esses profissionais prestam os primeiros atendimentos ao paciente que procura ou é trazido à assistência médico-hospitalar. Eles realizam acolhimento primário, classificam urgências ou emergências, colhem exames preliminares, preenchem fichas médicas, cuidam da higiene e conservação do local, administram os medicamentos prescritos, realizam procedimentos de média complexidade e monitoram o quadro geral de saúde dos pacientes internados.

Na Santa Casa de Piracicaba, atuam 240 enfermeiros, 553 técnicos de enfermagem e 35 auxiliares de enfermagem que se dividem na assistência 24 horas.

Ainda em tempos de pandemia, os enfermeiros são essenciais para a saúde e prevenção de doenças dos mais de 190 mil beneficiários da Unimed que usam, diariamente, o complexo hospitalar, sedes preventivas e ambulatórios de empresas parceiras, como destacou Joussef.

Beto Silva
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