Prova de vida deve ser feita no banco em que recebe o benefício com documento com foto ou por procurador cadastrado no INSS | Foto: Amanda Vieira/JP

Os aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que não fizeram a prova de vida entre março e outubro deste ano não terão seus benefícios bloqueados. Portaria publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (15) prorroga a interrupção do bloqueio de pagamentos de benefícios até o fim de novembro.


A prorrogação vale para os beneficiários residentes no Brasil e no exterior. De acordo com a portaria, a rotina e obrigações contratuais estabelecidas entre o INSS e a rede bancária que paga os benefícios permanece e a comprovação da prova de vida deverá ser realizada normalmente pelos bancos.

Em situações normais, a prova de vida é feita pelo segurado anualmente para garantir que o benefício continue sendo pago.

QUANDO FAZER
A prova de vida deve ser feita anualmente junto à rede bancária, que determina a data da forma mais adequada à sua gestão: existem bancos que utilizam a data do aniversário do beneficiário, assim como há os que convocam o beneficiário na competência que antecede o vencimento da fé de vida.

ONDE FAZER
Basta ir diretamente no banco em que recebe o benefício, apresentar um documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação e outros). Algumas instituições financeiras já utilizam a tecnologia de biometria nos terminais de autoatendimento.


Os beneficiários que não puderem ir às agências bancárias por motivos de doença ou dificuldades de locomoção podem realizar a comprovação de vida por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS.

FORA DO BRASIL
Os segurados que residem no exterior também podem realizar a comprovação de vida por meio de um procurador cadastrado no INSS ou por meio de documento de prova de vida emitido por consulado ou ainda pelo Formulário Específico de Atestado de Vida para o INSS, que está disponível no site da Repartição Consular Brasileira ou no site do INSS.


Caso o beneficiário opte por usar o Formulário, este deverá ser assinado na presença de um notário público local, que efetuará o reconhecimento da assinatura do declarante por autenticidade.

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Da Redação

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