Em 8 meses exportações na Região somaram U$ 1,34 bilhão

Importações se concentraram em maquinário e mecânicos

Já as importações no período somaram US$ 1,77 bilhão, o que significou um crescimento de 55%

De janeiro a agosto, as exportações da regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) em Piracicaba registraram US$ 1,34 bilhão no período, um aumento de U$ 251,3 milhões (23,2%) na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as importações somaram US$ 1,77 bilhão, o que significou um crescimento de 55% (629,6 milhões) frente ao mesmo período de 2020. Os números da balança comercial foram divulgados ontem (15) pela regional. Segundo os dados, os principais produtos exportados foram máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (66,5%), açúcares e produtos de confeitaria (7,2%) e produtos químicos orgânicos (7,1%).

Por outro lado, as importações da regional se concentraram em máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (44,5%), veículos automóveis, tratores (15,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,3%). No período analisado, os principais destinos das exportações de Piracicaba foram Estados Unidos (33,3%), Colômbia (4,9%) e Canadá (4,9%). Por sua vez, as compras da regional tiveram como principais origens Estados Unidos (28,7%), Coreia do Sul (27,3%) e China (13%). O gerente regional do Ciesp, Homero Scarso, observou que o aumento das importações se deve à demanda reprimida iniciada no ano passado. “No quesito importações ano passado houve uma demanda reprimida e os estoques ficaram bem abaixo e agora está acontecendo uma reposição, tanto pelo mercado interno bem como pelo aumento das exportações”, apontou.

No caso das exportações, Scarso explicou que o dólar competitivo favorece o aumento dos negócios que também são favorecidos devido as melhores condições dos parceiros comerciais. Ao comentar o cenário e a aparente retomada da balança comercial ao longo dos 17 meses de pandemia do novo coronavírus, o gerente admite ainda os reflexos da crise na saúde. “Na questão das exportações, sem dúvida estamos numa crescente, porém, para falarmos em retomada, todos os setores teriam que estar repondo muitas perdas ocorridas mais ano passado e mesmo depois de 17 meses do início da pandemia ainda não foram recuperadas e ainda sentimos um pouco disso”, afirmou.

Beto Silva

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