Engenho Central recebe o espetáculo ‘Teatro Mágico’ no Erotídes de Campos

Foto: Felipe Nevares

Apresentação musical tem faixas do novo álbum ‘Luzente’ e clássicos do artista

O Engenho Central, recebe hoje (sábado), às 20h, o espetáculo ‘O Teatro Mágico Voz & Violão’, de Fernando Anitelli. A apresentação musical tem faixas do novo álbum ‘Luzente’ e o artista faz uma apresentação com intervenções da plateia. O ingresso para entrar no Teatro Erotídes de Campos deve ser adquirido no site ‘ingressomagico.com.br’ com valores que variam de R$ 30 a R$ 140. Também há a possibilidade de compra de ingressos promocionais solidários, no valor de meia-entrada – para ter o desconto é preciso fazer a doação, na entrada do espetáculo, de um quilo de alimento não perecível por ingresso; o montante arrecado será destinado ao Fussp (Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba).

O espetáculo é um convite ao público para um encontro mais intimista, com muita interação com a plateia. O conteúdo revisita as raízes, as referências e as faíscas criativas que deram origem à história do grupo musical. “Nesse show voz e violão, vou compartilhar as histórias dos bastidores das músicas, as inspirações, as referências, mostrar canções com outros arranjos e convidar artistas da plateia para somar no mesmo palco”, revela Fernando Anitelli.

Serão apresentados clássicos, como ‘O anjo mais velho’, ‘Pena’, ‘Camarada d’água’ e ‘Nosso Pequeno Castelo’, e também as canções do novo álbum, Luzente, entre elas ‘Almaflor’ e ‘Cinza e Laço’. O Teatro Mágico conta com mais de 2 milhões de álbuns vendidos, sete CDs autorais, três DVDs, quatro músicas em novelas e um dos maiores projetos da música independente nacional com inspiração no cancioneiro popular.

Apesar do projeto sempre ter sido marcado por suas apresentações que misturavam uma série de performances, tudo teve início no álbum solo de Anitelli, inspirado na leitura do livro ‘O lobo da estepe’, de Herman Hesse e em suas apresentações iniciais de voz e violão. A construção do primeiro CD ‘Entrada para raros’ foi baseada justamente nas canções, poesias e batidas que, até então, eram apenas entoadas nos saraus e divulgadas na rede por Seu Odácio, pai de Anitelli.

“Gravamos o álbum inteiro na levada de voz e violão sem metrônomo e, só no final, resolvemos experimentar outros sons, vozes, instrumentos e ruídos. Fomos, então, para a segunda fase do projeto e convidamos mais de 25 pessoas para participarem dessa aventura”, diz Anitelli.

Cristiane Bonin
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