De acordo com a escolinha, apenas a mãe tinha que pagar a viagem, enquanto que o filho tinha tudo incluso
De acordo com a escolinha, apenas a mãe tinha que pagar a viagem, enquanto que o filho tinha tudo incluso

O Jornal de Piracicaba publicou na edição da última sexta-feira (18), a matéria “Ajuda para treinar no FC Barcelona”, em que o garoto Felipe Carrara, aluno da escolinha de futebol Barcelona Ciy, ganhou um sorteio e precisava de R$ 10 mil para ele e sua mãe viajarem a Espanha para um período de treinos no Barcelona, porém algumas informações foram colocadas de maneira equivocada na publicação.

O proprietário da franquia, Muriel Severino conversou com a reportagem do JP e explicou que a viagem para o garoto já estava paga, e quem precisa do dinheiro para ir para a Catalunha seria a mãe da criança e que os treinos não seriam nas categorias de base do FC Barcelona. “Nossa escola paga R$ 1.000 por mês para a franquia Barcelona City, que fica em Campinas, mas sua sede fica na cidade de Barcelona. A franquia tem vínculo com dois clubes da cidade, o RCD Espanyol e o CE Júpiter, portanto não tem nada a ver com o clube de Lionel Messi”, disse Severino, que ressaltou que esse dinheiro pago a franquia é usado para bancar a viagem, treinos e passeios da criança escolhida.

Em relação ao sorteio, o Barcelona City incluí todos os alunos da escolinha que estão em dia com a matrícula, porém eles deixam bem claro para os pais que eles tem que ter condições de custear a viagem se os mesmos quiserem acompanhar os filhos. “O primeiro sorteado não foi o Felipe, mas outro aluno. A família ficou feliz com o resultado, porém conversamos com eles para ver se eles tinham condições de pagar a viagem. Como essa família viu que ninguém teria condições de acompanhar a criança, eles abriram mão. Depois o Felipe foi sorteado, e a mãe dele disse que teria como arcar com a viagem”, explicou Severino, dizendo que o responsável teria que pagar € 1.200 para pagar a estadia mais o dinheiro das passagens aéreas.

A escola ainda ressalta que além de ter tudo incluso, o garoto terá um monitor com ele para acompanhá-lo a todo momento. “Entendemos que dependendo da idade, os pais não deixariam seus filhos saírem sozinhos. Se fosse um aluno de 15 anos, possivelmente não teria problemas, porém se o pai ou a mãe quiserem ir, o mesmo tem que pagar sua viagem do próprio bolso”, comentou João Paulo Benedito Gouvêia, professor da escola.

Mauro Adamoli

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

1 × dois =