Autoridades políticas participaram da entrega simbólica das chaves no último dia 1º

A Secretaria Municipal do Trabalho e Renda (Semtre) entregou, no dia 1º de maio (Dia do Trabalho), a chave para os 20 novos permissionários do Camelódromo Central. A iniciativa fez
parte das atividades da Semana do Trabalhador.

A entrega simbólica contou com a presença do prefeito Barjas Negri, do secretário municipal do Trabalho e Renda, José Luiz Ribeiro, dos secretários municipais de Defesa do Meio Ambiente, José
Otávio Machado Menten, e de Assistência e Desenvolvimento Social, Eliete Nunes, além do vereador Pedro Kawai.

“A prefeitura trabalhou para que novos empreendimentos fossem instalados na cidade. Desta forma, gerou emprego, que gera renda e estimula o consumo. Resultado? A instalação de novos permissionários no Camelódromo Central e o desenvolvimento de uma política em prol do empreendedorismo dentro da Semtre”, disse Zé Luiz.

Na ocasião, o prefeito Barjas Negri desejou sucesso aos permissionários e aproveitou para dar algumas dicas. “Sabemos que as boas vendas estão ligadas ao bom atendimento, ao produto e atenção com os clientes. Não se esqueçam disto”, afirmou.

Apesar da disponibilidade de 29 boxes, apenas 20 pessoas atenderam ao chamado da Semtre para assumir o espaço. Agora, ao longo do mês, outros profissionais que estão na lista de espera serão
chamados – o objetivo é que os nove boxes restantes sejam ocupados. Atualmente, 106 pessoas esperam por um espaço no Camelódromo.

Antes de assumir o comércio, os novos permissionários participam de palestra, no dia 7 de maio, de orientação quanto à legislação vigente e uso do espaço público. O Camelódromo Central,
implantado em 1992, conta com 107 boxes.

ESPERANÇA
Foram seis anos de espera e agora, a desempregada Doralice de Souza Magalhães, de 54 anos, conquistou um box no Camelódromo. No local ela vai comercializar eletrônicos e produtos diversos. “Tenho dois filhos desempregados e a notícia veio em ótima hora. Estou muito feliz”, afirmou.

Desempregado há dois anos, Antônio Hengler Filho, de 47 anos, diz que a novidade fez nascer nele e na família, esperança de tempos melhores. “Tenho dois filhos e a situação está difícil. Esta chave não podia ter vindo em melhor hora”, comentou ele que estava na fila desde 2015 e, além de brinquedos, vai comercializar produtos diversos.

(Da Redação)

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