“Esperamos que haja geração de emprego e renda”, diz Juca, do Conespi e Sindicato dos Metalúrgicos

Foto: Divulgação

Neste ano, as organizações que representam a classe trabalhadora espera nada mais que oportunidades

O Dia do Trabalhador sempre foi marcado por lutas sindicais. Neste ano, que é eleitoral e que o Brasil tenta se reerguer economicamente das sequelas causadas pela pandemia, as organizações que representam a classe trabalhadora esperam nada mais que oportunidades de serviços, chances no mercado. “Esperamos que haja geração de emprego e renda”, diz Wagner da Silveira, o Juca, quando questionado o que suas bases querem de propostas dos presidenciáveis.

Juca é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e região e do Conespi (Conselho das Entidades Sindicais de Piracicaba). “O desafio foi trabalhar em um quadro pandêmico que nunca havia acontecido e que trouxe como consequências o desemprego, a falta de peças, o medo, dentre outros”, declara.

A taxa de desemprego no Brasil está em 11,2%, segundo dados levantados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), relativos ao último trimestre. Em nível municipal, Juca também diz que a Prefeitura tem que emplacar políticas públicas que gerem trabalho e renda. “Isso não somente em Piracicaba. No Brasil, temos 15% da população desempregada”.

O sindicalista não parece otimista quando questionado sobre as reformas necessárias nas leis trabalhistas. “As reformas já realizadas, infelizmente, foram prejudiciais e não trouxeram melhorias para os trabalhadores”.

Sobre o teletrabalho, Juca entende que esta nova forma ganhou força na pandemia, “mas que tem todos os trabalhadores têm condições de participar”. “Em algum momento, esta forma de serviço pode ser prejudicial aos trabalhadores”, pontua.

Da Redação

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