Esta quinta-feira deve ser a mais fria do ano, com temperatura mínima de 10°C, diz previsão

Foto: Alessandro Maschio/JP

Amanhecer vai ser frio e várias cidades do Estado podem bater recorde de temperatura mínima

A primeira quinta-feira de maio deve a mais fria até agora em todas as regiões do Estado de São Paulo, inclusive na Capital e pode bater um novo recorde de menor temperatura do ano. O ar frio de origem polar entra com mais força sobre São Paulo e as instabilidades se afastam nesta quinta-feira (5), quando o ar frio de origem polar volta ganhar força no Estado paulista. A mínima prevista para hoje é de 10°C. O amanhecer será frio e várias cidades podem bater recorde de temperatura mínima. Segundo o informe do Climatempo, as noites e madrugadas vão ser frias nos próximos dias e a semana que começou com calor vai terminar com temperaturas mais baixas. “Algumas cidades do interior até voltam ter tardes mais quentes, mas as madrugadas e manhãs ainda serão frias”, informou.

Nas áreas do sul e leste do Estado de São Paulo, a sensação também será de frio ao amanhecer e no decorrer do dia, as temperaturas ficam amenas Nestas quinta e sexta-feira o tempo vai ser firme e com poucas nuvens em todo o Estado, com maior nebulosidade e possibilidade de chuvas esparsas na faixa litorânea, pela entrada de ventos úmidos do oceano. Previsões de novas chuvas somente para o dia 10 ou 11.

O Cepagri (Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas à Agricultura) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a quinta-feira amanhece com temperaturas em torno de 10°C a 12°C em todo o Estado, podendo ficar em torno de 8°C na região da Mantiqueira, e as mínimas devem permanecer amenas ainda por vários dias (um pouco mais elevadas).

UMIDADE DO AR
Segundo o Cepagri, uma das características de massas de ar de origem polar (além da baixa temperatura) é o baixo teor de vapor de água, o que costuma acarretar baixa umidade relativa do ar. Nas próximas tardes a umidade já deve ficar abaixo dos 40% em quase todo o Estado, exceto litoral e setor sul, ficando em torno de 30% no setor norte paulista. Isso sugere atenção com relação à hidratação (ingestão de líquidos, aplicação de cremes hidratantes e hidratação de mucosas), especialmente para pessoas com maior sensibilidade.

Beto Silva
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