Evaristo Piza enaltece elenco em busca do acesso à elite do Paulista

XV marcou dois gols por jogo desde a retomada da competição (Foto: Divulgação)

Ainda no início de sua segunda passagem pelo XV de Piracicaba, o técnico Evaristo Piza se mostra confiante em recolocar o clube na elite do futebol paulista. Os treinamentos técnicos e táticos vêm ganhando cada vez mais espaço, conforme o elenco vai evoluindo na parte física, o que, segundo o próprio treinador, foi acelerado pelo empenho dos jogadores e pelos treinos online aplicados durante os últimos quatro meses.

“A expectativa é muito otimista, por tudo que encontrei. Não é fácil você achar uma equipe tão comprometida e isso nos alimenta de muita esperança para concretizarmos o nosso objetivo. O time vai disputar cada partida como uma final, se doar e lutar muito em campo para trazer os resultados. Esperamos que a consequência disso tudo seja o XV estar na Série A1 em 2021”, comentou Piza, que foi o comandante do Nhô Quim na campanha da Série A2 há dois anos.

Naquela oportunidade, o Alvinegro chegou às semifinais, como aconteceu em 2019, etapas que Piza espera superar desta vez. “O grupo vem dando uma resposta muito boa ao que vem sendo proposto. Esse plantel vem junto há um bom tempo, com a base mantida, possui grande entendimento de jogo, com uma questão tática bem definida e, como disse anteriormente, nós chegamos aqui para agregar”, comentou o técnico.

JUSTIÇA DESPORTIVA
O TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) da FPF (Federação Paulista de Futebol), em sessão online realizada na noite da última terça-feira (4), julgou o zagueiro Douglas Marques e o atacante Raphael Macena pelas expulsões ocorridas em confronto diante da Portuguesa Santista, pela 11ª rodada do estadual, quando o XV venceu por 1 a 0. Macena foi denunciado no artigo 250, que prevê pena de uma a três partidas. Por unanimidade, ele foi apenas advertido.

Já Douglas Marques foi denunciado no Artigo 258, que prevê pena de um a seis jogos, pela invasão ao gramado, e no Artigo 243-F, que prevê pena de quatro a seis partidas, pela ofensa ao árbitro após o jogo, totalizando uma possível pena de 5 a 12 rodadas. Ele foi advertido pela primeira conduta e na segunda o departamento jurídico do clube obteve a desclassificação para o Artigo 258, com pena de duas partidas, restando, portanto, uma a ser cumprida.