Expectativa de aumento nas vendas é de 19%, segundo aponta enquete da CDL

Foto: Alessandro Maschio/JP

No total, foram ouvidos 85 lojistas e 148 consumidores dos principais corredores comerciais de Piracicaba

Enquete realizada pela CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Piracicaba com comerciantes e consumidores da cidade entre os dias 29 e 30 de abril aponta que a maioria dos lojistas estima um aumento nas vendas do comércio para o Dia das Mães de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram ouvidos 85 lojistas e 148 consumidores dos corredores comerciais da região central, Vila Rezende, Santa Teresinha, Vila Independência, Paulista, Pauliceia, Piracicamirim, Bairro Alto, São Dimas e Jardim Elite. O Dia das Mães é a segunda melhor data para o comércio.

Em relação ao perfil dos consumidores, a maioria (86%) informou que pretende presentear neste dia, enquanto outros 5% se disseram indecisos e 9% informaram que não vão presentear. De acordo com a CDL, 57% dos participantes disseram que vão investir até R$ 50 no presente das mães, 28% pretendem desembolsar até R$ 100, 12% pretendem gastar até R$ 200 e 3% disseram investir até R$ 500 no presente para a mãe. Do total de ouvidos, 72% deles pretendem pagar à vista pelas compras.

Entre os itens mais indicados para presentear as mães, o destaque são as confecções com 38% das indicações, seguidos de calçados e artigos de couro (17%), perfumes e Cosméticos (13%), eletroeletrônicos (6%), flores (10%) e utilidades domésticas, com 7% das indicações.

Na avaliação do presidente da CDL, Reinaldo Pousa, a expectativa é boa para as vendas neste ano. “Analisando a pesquisa desse ano para o Dia das Mães, notamos uma boa expectativa de vendas pelos lojistas, isso porque, em 2021 tivemos um aumento substancial ( 17,8 % ) quando ainda o novo coronavírus rondava nossos lares. Precisamos lembrar que essa é a segunda data mais forte do ano para as vendas, perdendo somente para o Natal”, avaliou.

Outro dado destacado por Pousa, é o poder aquisitivo do consumidor que, segundo ele, está menor devido a defasagem dos salários, enquanto os preços das mercadorias, principalmente as de primeira necessidade, estão aumentando. “Os artigos mais comercializados deverão ser os calçados e vestuários, que praticamente não tiveram aumentos, em contraste com TVs, aparelhos de som, informática, joias e bijouterias que tiveram aumentos de até 20%”, aponta o presidente.

Beto Silva
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