Fazer o nosso melhor sempre, no pouco tempo que temos por aqui

Nesta semana, Andréa se dispôs a conceder uma entrevista ao Persona, onde falou da jornada de mãe, esposa e primeira dama (ela não gosta dessa denominação). (Foto: Claudinho Coradini/JP)

A presidente do Fundo Social e primeira dama de Piracicaba, Andréa Cristina Alves Mattedi de Almeida, nasceu em Santa Bárbara d’Oeste no dia 23 de fevereiro de 1967, filha do casal Nivaldo Mattedi e Nilsa Alves. Ela é mãe de Luciano Santos Tavares de Almeida Filho, 27 anos, e Beatriz Mattedi Tavares de Almeida, de 24 anos.

Andréa é graduada em Educação Física, pela Unesp (Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho), de Rio Claro e iniciou a vida profissional como professora de natação no Esporte Clube Barbarense.

Em seguida, passou a dar aulas de Educação Física, como professora substituta na Escola Estadual São Vicente de Paulo, em Americana. Em 1990, em Piracicaba, voltou a dar aulas de natação, desta vez, no Clube de Campo, onde permaneceu por 13 anos.

Atualmente, ela atua na própria academia de natação, a Elemento Água, como professora e gestora.

Nesta semana, Andréa se dispôs a conceder uma entrevista ao Persona, onde falou da jornada de mãe, esposa e primeira dama (ela não gosta dessa denominação).

Desde o dia 1º de janeiro, Andréa assumiu o Fundo Social de Piracicaba, ao lado do marido e prefeito Luciano Almeida (DEM).

A 1ª dama de Piracicaba abre a série de entrevistas dedicadas ao mês da mulher e fala como tem sido a experiência assumida há três meses, dos desafios e projeto à frente do cargo nos próximos quatro anos.

É verdade que a senhora não gosta de ser chamada de primeira-dama?

É um pouco verdade sim. Talvez por nunca ter me imaginado nessa posição, me sinto um pouco desconfortável. Até porque, não “sou” primeira-dama, eu “estou”. Nos próximos quatro anos já não serei mais primeira-dama. Por isso, temos que aproveitar para fazer o melhor no pouco tempo que temos por aqui.

Como é a experiência de comandar o Fundo Social de Solidariedade de uma cidade como Piracicaba?

Desafiadora. Apesar de já ter me envolvido com atuação social em outras oportunidades, nunca comandei o trabalho, como venho fazendo agora. Mas em pouco tempo consegui entender como funcionam as engrenagens do Fundo Social de Solidariedade, e esse desafio só me dá mais vontade de agir e realizar o melhor trabalho que puder!

Como a senhora concilia as funções de esposa, mãe, profissional e, agora, presidente do Fundo Social?

Não é tarefa fácil. Mas, acredito que o segredo é conhecido por muitas mulheres: tem que ser disciplinada e fazer tudo com vontade e amor. Hoje meus filhos não precisam mais dos meus cuidados diários, pelo contrário, me ajudam mais que eu a eles! Trabalho desde 1991 e me dedico aos meus alunos até hoje como se fosse meu 1º dia de trabalho. Amo o que faço! Qualquer atividade, seja na vida particular ou na administração pública, exige comprometimento e dedicação.

Quais as prioridades a senhora aponta para o setor?

Tenho conversado com muitas pessoas para entender as demandas da sociedade. Cada uma apresenta uma proposta diferente, todas muito interessantes! No entanto, é preciso definir um ponto de partida. A principal função do Fundo Social de Solidariedade é arrecadar e distribuir alimentos, principalmente agora, com o contexto pandêmico. Essa será a nossa prioridade em 2021.

A realização da Festa das Nações em 2021 está descartada?

A princípio combinamos com a FENAPI de realizá-la no segundo semestre. Mas temos consciência da possibilidade do evento ser inviabilizado por conta da pandemia que estamos enfrentando. Nesse caso, teremos de ser criativos, pensar em novos conceitos, talvez um drive-thru, com cada barraca explorando o seu trailer num final de semana ou, até mesmo, realizar ações alternativas de arrecadação.

A senhora sempre trabalhou fora de casa e hoje comanda a sua própria escola de natação. De onde vem essa motivação?

Eu sempre trabalhei. Comecei a atuar como professora de natação mesmo antes de me formar na faculdade de Educação Física. Acho que essa garra vem dos ensinamentos da minha mãe, que desde cedo incentivou as filhas a terem suas próprias profissões. “Nunca deixem de trabalhar para não precisar depender de homem”, ela dizia (risos). Precisei abrir mão de diversas coisas para seguir esse conselho, mas tenho certeza que ganhei muitas mais. Não pretendo me aposentar nunca, para o bem da minha sanidade mental.

A senhora e o prefeito conseguem se encontrar durante a semana?

Felizmente, sim. O Luciano consegue almoçar e jantar em casa na maioria das vezes. Essa é uma tradição que tentamos manter, de refeições com horário marcado e com toda a família. É claro que hoje não temos mais o privilégio de ter nossos filhos aqui todos os dias, e que, por vezes, o Luciano não consegue vir devido aos compromissos externos. Mas, de modo geral, nos vemos bastante ao longo do dia – inclusive nos corredores da prefeitura.

Quais são as modalidades esportivas que a senhora pratica?

Como deu para notar, o esporte é fundamental na minha vida. Corro 3 vezes na semana e acabo nadando ao final do dia de trabalho – além de fazer fortalecimento muscular. Agora, durante a pandemia, desenvolvemos também o hábito de andar de bicicleta em família aos finais de semana!

Quem é a Andréa Alves Mattedi de Almeida?

Uma pessoa disciplinada e pontual. Sou muito “certinha” – para não dizer metódica (risos). Sofro um pouco com isso, é verdade. Mas também sei me soltar, aprendi a ser leve! Gosto de conhecer pessoas, de curtir bons momentos em família e com amigos e de tomar uma cervejinha, é claro! Não abro mão de estar com minha mãe, filhos e com o Luciano – com quem construí uma parceria maravilhosa nos últimos 30 anos, alicerçada no amor, cumplicidade e respeito.

Da Redação

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