Agasalhar-se e evitar a friagem são aliados da boa saúde (Foto: Claudinho Coradini/JP)

Após a chuva, uma massa de ar polar deve chegar ao Estado de São Paulo nesta semana, derrubando as temperaturas. A alternância de umidade elevada, devido às chuvas, e ar mais seco, de quando sai o sol, com temperaturas mais altas e mais baixas, é a condição ideal para a dissipação de vírus, ainda mais que este é um período em que as pessoas ficam mais tempo em ambientes fechados. Soma-se a isso o fato de o corpo humano não gostar de grandes oscilações na umidade e temperatura do ar, já é de se esperar uma onda de gripe, resfriado e alergias. Típicos do inverno, nem sempre a pessoa precisa ir ao pronto atendimento ou hospital. Para quem está em dúvida, o Sistema Hapvida oferece atendimento on-line no conforto da casa, é a teleconsulta.

Sintomas como coriza, espirros, obstrução nasal são os problemas de saúde mais comuns e confundem as pessoas que, sem ter clareza do diagnóstico, muitas vezes acabam agravando seus quadros de saúde com a automedicação. A alergia respiratória se caracteriza por coriza, espirros, coceira no nariz, obstrução nasal, normalmente sem febre, que aparecem de forma repentina. A obstrução nasal e os espirros também estão presentes no resfriado comum e ocorrem gradualmente em torno de 2 a 3 dias, explica a alergista do Hapvida, Adriana Miranda Melo. O frio e a alta umidade favorecem a dispersão de alérgenos no ar, o que facilita o aparecimento dos sintomas, acrescenta ela.

Já o estado gripal é um pouco diferente. “Ele vem com febre, queda do estado geral, dores no corpo, e mais todos os sintomas iguais ao da alergia. As condições também se diferem no que diz respeito à duração da doença. O quadro de resfriado e gripe sem complicações duram de 7 a 10 dias e as alergias podem perdurar por muito tempo, dependendo da exposição ao alérgeno causador”, ressalta a médica. Agora, se os sintomas incluem dor de cabeça, secreção nasal abundante e dor na face, pode se tratar de sinusite que, segundo a médica, é inflamação da mucosa dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. “Ela pode ocorrer devido a uma infecção viral ou bacteriana ou ser secundária a quadro alérgico ou qualquer fator que atrapalhe a correta drenagem de secreção dos seios da face”, esclarece a alergista.

Mas Adriana ressalta que apenas um médico pode fazer a correta diferenciação das doenças e posterior tratamento. “O tratamento do resfriado comum e da gripe é de suporte, com o tratamento dos sintomas. No caso da rinite, faz se necessário a utilização de medicações específicas prescritas pelo alergista, como os anti histamínicos, corticoide nasal, entre outros”, alerta a médica. O diagnóstico rápido e com a comodidade de não precisar sair de casa, o que é importante em época de pandemia, ajuda na recuperação mais rápida. Com este objetivo, o Sistema Hapvida oferece o serviço de teleconsulta.

O beneficiário pode, no conforto de sua casa, consultar-se com um médico que vai avaliar os sintomas e, se necessário, prescrever receita e dar atestado. Como consulta presencial, o paciente tem direito a retorno para que um médico acompanhe a evolução do quadro. “Quando os sintomas são muitos graves, as pessoas devem buscar uma unidade hospitalar, caso contrário, por meio da teleconsulta, o médico vai avaliar o paciente e solicitar, se preciso, que vá até uma unidade para um tratamento mais específico. Isso evita a ida desnecessária a uma emergência quando apresentam sintomas leves que podem ser tratados em casa”, explica José Luciano Monteiro Cunha, diretor corporativo de Telemedicina do Sistema Hapvida.

Da Redação

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