Governo do Estado inicia vacinação contra gripe em outros grupos

Foto: Alessandro Maschio/JP

Meta da campanha estadual é imunizar 90% dos públicos-alvo definidos

O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta terça-feira (10) o início da vacinação contra a gripe para novos grupos. Serão imunizados contra a influenza, os indígenas, os professores das redes pública e privada, pessoas com deficiência e pessoas com comorbidades. Os novos públicos fazem parte da quinta etapa da campanha que já incluía profissionais de saúde, idosos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes e puérperas. A meta da campanha, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, é imunizar 90% dos públicos-alvo e, até o momento, apenas 40% foi imunizado, com pouco mais de 5,1 milhões de pessoas vacinadas.

Em alguns públicos a cobertura é menor que 20%. Todos os grupos que fazem parte da campanha ainda devem procurar os postos para a imunização, conforme alerta da pasta.

De acordo com os dados do Estado, mesmo com doses disponíveis desde o dia 27 de março, foram aplicadas apenas 357,4 mil doses nas crianças (13,5% de cobertura vacinal), 24,7 mil nas gestantes (6%), 535,8 mil nos profissionais da saúde (34,5%), 3,6 mil nas puérperas (5,3%) e 4,1 milhões nos idosos (45,1%).

“É fundamental que os grupos prioritários procures os postos de vacinação para tomar a dose da vacina contra a gripe. Com as temperaturas mais baixas, a Influenza pode evoluir para casos mais graves, por isso é essencial que todos compareçam aos postos para se vacinar”, disse a diretora de Imunização da secretaria estadual, Nubia Araújo.

A última etapa começa em 16 de maio, alcançando profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários do sistema prisional, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros urbanos e de longo curso, trabalhadores portuários e população privada de liberdade e adolescentes e jovens sob medida socioeducativa.A vacina do Butantan contra a influenza é trivalente e 100% nacional, composta pelos vírus H1N1, a cepa B e o H3N2, do subtipo Darwin, que causou os surtos localizados no final do ano passado.

A Secretaria de Saúde de Piracicaba foi questionada sobre como será o atendimento aos novos grupos e percentual de imunização no município, mas até o fechamento desta matéria não houve resposta.

Beto Silva
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