Grupo pede doações para ajudar três deficientes

Valles precisa de uma cama hospitalar; Mariana necessita de fralda a alimentos

Três pessoas com deficiência precisam de doações específicas para cada caso. O pedido é do Ajudas do Bem, grupo em foco da campanha solidária do Jornal de Piracicaba. Além de alimentos não perecíveis (com exceção de sal), os dois adultos e uma criança assistidos pelo Ajudas, estão precisando de cama hospitalar, comadre e fórmula de leite especial (Pediasure ou Fortini). Todos os três estão acamados e dois deles também necessitam de fraldas.

Para doar diretamente, entre em contato com Jaqueline Mendes (19) 98102- 2270) ou Felipe Cypriano (19 97112-9417). A pequena Mariah Hellena, hoje com dois anos, sofreu uma AVC (Acidente Vascular Cerebral) com 45 dias de vida. A criança reside com familiares no bairro Novo Horizonte e usa os medicamentos Etira, Levetiracetam e Fenorbabiral, e se alimenta com base em Pediasure ou Fortini. “Meu esposo está tentando lutar para pagar o aluguel e contas e eu, vivo para as necessidades da Mariah. Não temos ajuda do INSS (seguridade social)”, conta a mãe, Camila Corrêa, que pede doações de fralda G de qualquer marca. Daniel Valles, 33, mora em Anhumas e é medicado com Tegretol.

Ele é cuidado por parentes e, neste mês, a rede pública estava com o remédio em falta. De família carente, houve um desembolso de R$ 80 para combater crises de convulsão de Valles, que também toma Levozine para combater crises nervosas – parentes relatam sobre a vigilância constante para que ele não agrida a si mesmo. Valles dorme em cama hospitalar para que a grade o contenha durante o sono, entretanto, a disponível está quebrada, com ferragens amarradas com lenços e cordas. Já Mariana Fernanda Ferreira, também com 33 anos, mora no Bosques do Lenheiro. Quem cuida dela é a mãe, Regina. “Quando chega o final do mês, como agora, acontece de ficarmos até sem gás [de cozinha]. Consegui um empréstimo [com parentes], foi meio humilhante. Passamos o fim de semana usando lenha. Passamos por entrevista com a assistência social, mas temos que aguardar. Estou sem trabalhar para cuidar da minha menina e, também, por causa da pandemia”, diz Regina, que inclui estar disponível como passadeira de roupa.

Cristiane Bonin

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