Armas e dinheiro apreendidos com o bando (Divulgação/PM Rodoviária)

Seis homens suspeitos de participar do roubo ao Banco do Brasil, no Centro de São Pedro, na tarde de quinta-feira (26) foram presos pelo TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) da Polícia Militar Rodoviário. Eles foram abordados instantes depois de sair de um restaurante, às margens da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), em Jundiaí. Com eles, os policiais encontraram R$ 125 mil, além de mais R$ 30 mil escondidos em uma caixa de som e outros R$ 30 mil no ar-condicionado dos veículos utilizados pelo grupo, duas armas de brinquedo, uma submetralhadora de fabricação caseira, uma pistola calibre 380 e dois revólveres roubados dos vigilantes da agência.

De acordo com a polícia, a corporação já tinha sido informada sobre os veículos utilizados para a fuga após a ação criminosa em São Pedro. Assim que perceberam a aproximação dos policiais, eles entraram em dois carros com placas de São Paulo e Mauá. Eles foram acompanhados por aproximadamente dez quilômetros até serem abordados pelos policiais. Os suspeitos foram presos e permaneceram na carceragem até ser apresentado às respectivas audiências de custódia.

O CASO

Segundo a polícia, dois suspeitos, possivelmente teriam entrado no banco com os simulacros de pistola e anunciaram o assalto. Eles conseguiram entrar na agência e pegaram dois revólveres dos vigilantes. Em seguida, foram até a sala do cofre com dois funcionários da agência.

Após conseguirem uma quantia não informada em dinheiro, eles fugiram pela rua lateral do banco. A Polícia Militar foi acionada, fizeram o patrulhamento nas imediações, mas nenhum suspeito foi localizado.

A Polícia Civil já teve acesso à gravação do sistema de câmeras da agência. Os criminosos entraram na agência “de cara limpa”, não usavam máscaras. As imagens serão usadas na tentativa de identificá-los durante a investigação. Os envolvidos na ação criminosa aparentavam estar calmos e não chegaram a agredir nenhum funcionário.

A agência permanecerá fechada por tempo indeterminado. Os clientes foram orientados a usar outro banco na cidade, a sete quilômetros de distância.

 

Cristiani Azanha

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