Investigação foi realizada pela Polícia Civil de Capivari (Divulgação)

Um homem que atuava como guarda civil e pastor foi preso pela Polícia Civil de Capivari, após ser acusado de estupro de vulnerável, de uma adolescente de 13 anos, que estava sob sua guarda provisória. A adolescente foi retirada da família, após a prisão de seu pai, que também a molestou sexualmente. A apuração sobre o caso foi conduzida pela delegada Maria Luisa Dalla Bernardina Rigollin, que pediu o mandado de prisão temporária do agressor. Depois, de quase dois meses foragido, por meio do trabalho  da Polícia Civil de Capivari, UIP (Unidade de Inteligência Policial) do Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária de Piracicaba e policiais civis de Ponta Grossa/PR, o suspeito foi preso naquele Estado e foi transferido para a Delegacia de Capivari, onde vai foi interrogado.

O CASO

Segundo a instituição, após a  menina denunciar o estupro que sofria pelo próprio pai, em 2019 e posterior prisão do agressor, depois da instauração de inquérito policial na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher de Capivari), uma família composta por um pastor, que também exercia funções de Guarda Civil, solicitou a guarda provisória da menor, que foi concedida pela Justiça. A adolescente passou então a residir com sua nova família no período de final de 2019 até julho deste 2020. Ainda conforme a Polícia Civil, a mãe da menor conseguiu que sua filha retornasse para casa, mas percebeu mudanças em seu comportamento, principalmente entre ela e o guarda.

A mulher teria surpreendido a adolescente enquanto dormia em seu quarto em companhia do acusado enrolados em um lençol. Em seguida, ela fez uma denúncia à Polícia Civil. A mãe da adolescente também constatou que a menina foi presenteada com dois celulares pelo suspeito. Alega ainda que o primeiro aparelho havia sido danificado pela esposa do acusado, após descobrir da prática criminosa entre seu marido e a menor. Ela ainda ofendia constantemente a integridade física da vítima, lhe submetendo condições de tortura física e psicológica, pois em algumas situações, a vítima não podia sair do quarto e era obrigada a ler a Bíblia como forma de punição pelos seus atos Após, ser registrada a comunicação do crime em Capivari, a Polícia Civil passou a apurar o caso, no entanto, o suspeito fugiu e não tinha sido encontrado. A força-tarefa composta por equipes da Polícia Civil o localizaram e o prenderam no Paraná.

Cristiani Azanha

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