Guido Ranzani ganha livro com a sua trajetória

Foto: Professor Adolpho Queiroz é o pesquisador do livro. Foto: Claudinho Coradini/JP

Professor da Esalq/USP na área de solos tem sua vida contada em obra do IHGP

Guido Ranzani, professor e pesquisador referência na área de solos, ganha neste mês um livro contando sua história. O IHGP (Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba) lança, em evento virtual, ‘Dos solos de Piracicaba às terras da Amazônia: vida e trajetória de um cientista’. A distribuição do livro, tanto físico como eletrônico, será de forma gratuita – para ter acesso ao impresso, basta ligar no instituto (19 3434-8811) e fazer a reserva; a versão virtual estará disponível para download no site
www.ihgp.org.br. A distribuição ou acesso ao livro acontecem após o próximo dia 26, quando será realizada, às 10h, uma transmissão via YouTube e Zoom para comemorar a obra os interessados em acompanhar também deverão fazer um cadastro prévio para ter acesso ao link Zoom.

Adolpho Queiroz, professor acadêmico da área de comunicação e secretário de Cultura, é o pesquisador do livro sobre Ranzani. Ele foi convidado por Pedro Maurano, presidente do IHGP e genro de Ranzani, para pesquisar a personagem em 2019. Queiroz conta que além de especialista na área de solo na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), Ranzani foi criador do prédio onde hoje funciona o departamento de solos.

Conforme registro da biografia pela USP (Universidade de São Paulo), Ranzani nasceu em 1915 em Serra Azul (SP) e faleceu em 2011, aos 96 anos de idade. Formado em 1941 pela Esalq, ele passou pela área de química agrícola e, anos mais tarde, tornou-se professor catedrático na Esalq- quando criou e dirigiu o Centro de Estudos de Solos da Esalq (1965 a 1973). Os modelos para análise dos solos foram trazidos por ele dos Estados Unidos.

Aposentou-se na Esalq em 1977 e ainda passou pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa), Instituto Interamericano de Ciências Agrárias (IICA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade Estadual do Tocantins. “Trata-se de uma obra que, em princípio, sai do nicho familiar, para prestar uma homenagem bastante singela a esse grande ser humano, pai e professor que foi Guido Ranzani, que trabalhou profissionalmente por quase 60 anos.”

Cristiane Bonin

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