Homens são maioria dos mortos por covid-19 em Piracicaba

Foto: Alessandro Maschio/JP

Das 900 vítimas fatais registradas na cidade, até a última sexta-feira (14), 513 eram do sexo masculino

Homens com média de idade de 69 anos são a maioria das vítimas fatais da covid-19 em Piracicaba. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, das 900 mortes registradas até a última sexta-feira, 513 eram de homens. Segundo a pasta, a média de idade de todos os óbitos desde o início da pandemia é de 69,5 anos. Já a média de idade dos óbitos em 2020 foi de 72 anos e, em 2021, de 67 anos. Conforme os dados divulgados na sexta-feira pela pasta, dos cinco óbitos ocorridos no dia, três eram de homens de 51, 54 e 55 anos.

Quanto ao total de 223 novos casos positivos diagnosticados, 121 (maioria) eram homens com idades entre um e 86 anos.

O Estado de São Paulo registrou nesta sexta-feira 3.069 milhões de casos de covid-19 no decorrer da pandemia, com 103.493 mortes.

Entre o total de casos, 2.734.740 tiveram a doença e já estão recuperados, sendo que 316.469 foram internados e receberam alta hospitalar. A taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) há dois dias no estado era de 78.3% e na Grande São Paulo é de 76.6%.

EM QUEDA

A curva de mortes por covid-19 continuou na semana epidemiológica 18, de 2 a 8 de maio, a mesma trajetória de queda da semana anterior, conforme o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado na sexta-feira. No boletim, foram registrados 14.879 óbitos, enquanto na semana anterior o levantamento trouxe 16.945 vidas perdidas para a doença em todo o país, segundo informou a Agência Brasil.

O resultado representa uma queda de 12% entre as duas semanas epidemiológicas. Especialistas consideram as variações de até 15% como quadros de estabilidade. Na semana anterior a redução havia sido de 5%.

A média móvel de mortes (total de vidas perdidas durante a semana dividida pelo número de dias) na semana epidemiológica 18 ficou em 2.126. A curva de mortes durante a pandemia segue o movimento de reversão da tendência de alta da 2° onda registrada neste ano, iniciada por um aumento intenso a partir do fim do mês de fevereiro.

Beto Silva

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