Idosa perde R$ 16,2 mil no golpe do cartão bancário

O golpe do WhatsApp também é realizado na região

Uma aposentada de 65 anos perdeu R$ 16,2 mil após cair no conhecido golpe do cartão. Na tarde de anteontem, ela recebeu uma ligação de um golpista que se passou como funcionário de agências bancárias, no telefone fixo da casa da vítima, no bairro Dois Córregos. Ele teria convencido que a idosa entregasse seus cartões para um funcionário da agência que iria até a casa dela para fazer a troca. Somente depois, que aceitou fazer o “procedimento” percebeu que fora enganada e que os criminosos conseguiram desviar a quantia das contas da idosa. O caso foi registrado no plantão policial.

A vítima informou à Polícia Civil, que por volta das 17h recebeu uma ligação em sua residência. O interlocutor informou que era funcionário dos bancos Santander, Itaú e Caixa Econômica Federal. Ele teria informado que desconhecidos estariam realizando operações com seus cartões em Guarulhos. Ela teria relatado que tais transações não foram autorizadas e após serem solicitadas, a vítima acabou relatando os números e respectivas senhas de seu cartão.




Em seguida, a idosa foi orientada que um funcionário iria até a casa da vítima para providenciar a troca do cartão. Após algum tempo, a aposentada viu suas contas e constatou que foram realizadas várias transações em sua conta.

O boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado no plantão policial.

O delegado Seccional Américo Sidnei Rissato disse que é preciso desconfiar de determinadas “gentilezas”, pois os bancos não tem esse hábito de mandar funcionários nas casas de seus correntistas.

OUTRO GOLPE

Segundo ele, na região de Piracicaba, outro golpe bem conhecido é o do uso do WhatsApp para a solicitação de empréstimos. “Antes de fazer o depósito na primeira oportunidade, é necessário confirmar se realmente a pessoa está pedindo. Se possível, faça uma chamada de vídeo para confirmar se realmente é a pessoa. Perceba que na maioria dos golpes, há apenas mensagens escritas e note que são diferentes da pessoa que você tem algum contato”, afirmou o delegado.

Cristiani Azanha

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