Valdiza Caprânico é a atual presidente do IHGP (Foto: Claudinho Coradini/JP)

Ao menos três títulos serão lançados pelo IHGP (Instituto Histórico e Pedagógico de Piracicaba) até o fim do ano, revela a presidente Valdiza Caprânico. As obras são o infanto-juvenil Sapucaia da paz, Somos todos iguais (tributo à história do cemitério da saudade) e a biografia de Guido Ranzani, ex-professor da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz).

Um dos três lançamentos citados pela presidente do IHGP é ‘Dos solos de Piracicaba às terras da Amazônia’, biografia de um ex-associado e merecedor da Medalha Prudente de Moraes, Guido Ranzani, engenheiro agrônomo, formado pela Esalq, onde trabalhou por quase 60 anos, além de atuação na Embrapa, em Brasília, entre outras instituições.

O livro foi escrito pelo professor Adolpho Queiroz, em parceria com o advogado Pedro Maurano, genro de Ranzani, e diagramado pela filha do homenageado, Maria Claudia Ranzani.

“Ranzani fez um trabalho maravilhoso por Piracicaba”, enfatiza Valdiza. Guido Ranzani foi responsável, por exemplo, pela implantação de estudos sobre solos na Esalq e difundiu esse tipo de conhecimento pelo País, pela América Latina e Estados Unidos.

O livro sobre a história do Cemitério da Saudade, intitulado ‘Somos todos iguais’, é assinado por Mauricio Fernando Stenico Beraldo e Paulo Renato Tot Pinto, ambos historiadores. Eles conseguiram um levantamento histórico importante sobre as origens do local, seus principais túmulos e personagens neles enterrados.

“O cemitério é visto como um espaço de obras de arte e os autores contam a história por trás delas. É a oportunidade de lançá-lo até novembro por causa do Dia de Finados”, fala Valdiza sobre o potencial cultural do lugar.

Outra obra programada para ser lançada em breve é uma história infantil, ‘Sapucaia da paz’, escrito pela própria Valdiza e com ilustrações de Leonardo Luiz Correa Caprânico, ambos são descendentes do agricultor Antonio Caprânico, que plantou a árvore símbolo de Piracicaba. “A expectativa É lançá-lo em setembro, por causa do Dia da Árvore, ou em novembro, quando a árvore completa 102 anos”, destaca.

Erick Tedesco

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