Klabin anuncia investimento de R$ 1,6 bi em Piracicaba

Foto: Alessandro Maschio/JP

R$ 1,6 bilhão para a construção de uma fábrica de papelão ondulado em Piracicaba. Esse foi o anúncio feito na noite desta quarta-feira (20), pela empresa Klabin. O projeto Figueira, como foi nomeada a nova fábrica, vai gerar milhares de empregos e deve ser instalada em uma área de aproximadamente 1 milhão de m². O início das operações está previsto para 2024.

De acordo com o prefeito Luciano Almeida (União) o investimento da Klabin é o maior já realizado na história de Piracicaba. Ele lembrou ainda que a disputa pela planta fabril da Klabin foi acirrada, envolvendo, inicialmente, países sul-americanos e também estados brasileiros, além de cinco municípios paulistas na fase final, o que revela o poder de atratividade que Piracicaba possui hoje, como um dos maiores polos de desenvolvimento tecnológico do Brasil.

“Importante lembrar que essa negociação só foi possível graças à intermediação da Agência Investe SP, do Governo do Estado, e da Semdettur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo)”, declarou.

José Luiz Guidotti Júnior, titular da Semdettur, afirmou que a fábrica da Klabin vai representar um novo marco para o crescimento da cidade, assim como foi a vinda da Caterpillar repercutiu em Piracicaba e região na década de 1970, durante a gestão de Adilson Maluf. “O projeto sustentável usará tecnologia inovadora na reciclagem de papéis, além de gerar milhares de empregos, seja na implantação, seja na operação fabril”, declarou Guidotti.

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais e única companhia do País a oferecer ao mercado soluções em celuloses de fibra curta, fibra longa e fluff. É a única empresa brasileira do setor de celulose e papel presente no Índice Mundial de Sustentabilidade da Dow Jones, que destaca as companhias com melhor performance global com base em critérios econômicos, ambientais e sociais de longo prazo. A Klabin detém 11% do mercado de reciclagem do País.

Fernanda Moraes
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