Leitor ressalta tradição do JP de apoiar ações sociais

Pedro conheceu o Ajuda do Bem, após reportagem

Com 90 anos de idade, o professor aposentado Pedro Egydio Amaral Filho tem o hábito diário de ler a versão impressa do JP, logo pela manhã. “Não sou capaz de viver sem o jornal, todos os dias um dos meus filhos ou a minha cuidadora buscam e trazem até mim”, reforça. O morador do Lar dos Velhinhos dedicou metade de sua vida a assinar e acompanhar o jornal, que hoje comemora 122 anos de atuação ininterrupta. Segundo ele, a preferência vem pela tradição e diferencial em relação à concorrência.

Pedro explica: “O Jornal de Piracicaba sempre se destacou por trazer assuntos voltados à política municipal, sem defender lados. De certa forma, combate a corrupção e valoriza quem trabalha”.

“Não só os repórteres são bons escritores, como os articulistas também. De quando eu era mais jovem, saíram todos, mas é importante dar espaço para as pessoas novas. Gosto muito dos textos da Fabiane Fischer, por exemplo”, acrescenta Pedro.

Ele ressalta ainda que conheceu alguns projetos sociais por meio de reportagens do JP, como o Ajuda do Bem e que considera importante o jornal “ter essa iniciativa de incentivar a solidariedade e amor ao próximo”.

“Com muita alegria, soube do Felipe [um dos voluntários] ao ler sobre uma das ações que ele faz para combater a fome. Ajuda as pessoas carentes, desempregadas, além de idosos e crianças. Como o próprio nome do projeto diz, é um bem para a sociedade”, relembra Pedro. Felipe Cypriano, a quem Pedro se refere, já o conhecia por nome. Sua sogra é cuidadora do aposentado. “Ela fala que ele sempre apontava para a minha foto no impresso e elogiava o projeto, mas não sabia que eu era o genro dela”, relata.

Cypriano complementa: “Quando minha sogra contou esse detalhe, nós decidimos marcar um encontro para nos conhecermos pessoalmente. Fui muito bem recebido não só por ele, mas por vários moradores do Lar dos Velhinhos, que acompanham o projeto pelo jornal. Isso me enche de orgulho, ter esse reconhecimento e retorno, saber que as pessoas veem a dedicação e passam a contribuir também, por meio dessa parceria com o JP”.

Laís Seguin
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