Letalidade da covid-19 em Piracicaba cai para 2,5%

Letalidade da doença está em 2,5% | Foto: Amanda Vieira/JP

Com 17.449 casos confirmados e 371 óbitos, a letalidade da covid-19 em Piracicaba atingiu a taxa de 2,5%, segundo boletim epidemiológico fornecido pelo governo do Estado de São Paulo. Com uma média de 35 novos positivados por dia, a cidade apresenta um dos melhores índices de municípios do mesmo porte na região. Americana, por exemplo, apresenta taxa de letalidade da covid-19 em 3%; Rio Claro tem 3,4%, 3,1% em Santa Bárbara D’Oeste; 3,9% em Campinas e 2,9% em Limeira.

A taxa de letalidade avalia o número de mortes em relação às pessoas que apresentam a doença ativa, e não em relação à população toda, ou seja, mede a porcentagem de pessoas infectadas que evoluem para óbito.

Ontem, de acordo com o boletim da SMS (Secretaria Municipal da Saúde), Piracicaba registrou 58 novos casos positivados, entre 22 homens com idades de 15 a 70 anos, e 36 mulheres, com idades entre 20 e 76 anos. Depois de uma semana, a cidade apresentou um novo óbito. Segundo a pasta, faleceu na cidade, de covid-19, um homem de 74 anos. Agora, são 371 mortes pela doença do novo coronavírus em Piracicaba.

Outros dados referente ao vírus, conforme divulgou a secretaria, são que as unidades de saúde da cidade abrigam, hoje, 430 pessoas em tratamento, além de ter 799 casos suspeitos. Já foram descartados 37.628 casos e 16.648 pessoas estão recuperadas da covid-19.

No Estado, os casos atingiram a marca de

Vacina

Começou ontem, dentro do Instituto Butantan, a construção da fábrica da vacina Coronavac. Com capacidade de produção de 100 milhões de doses por ano, segundo o governo estadual, a planta será construída com doações da iniciativa privada realizadas durante as reuniões do Comitê Empresarial Solidário e Econômico.

A nova fábrica do Butantan terá cerca de 10 mil m² (metros quadrados) e, além de produzir as doses da vacina contra a covid-19, poderá produzir outros imunizantes fabricados no Instituto Butantan. A previsão de conclusão das obras é de até 10 meses, com um custo de R$ 160 milhões. Já foram arrecadados até o momento R$ 130 milhões com doações de 24 empresas dos mais diversos setores da economia. As doações estão sendo coordenadas pela organização social Comunitas, com o apoio da Invest-SP.

A Coronavac, desenvolvida pela parceria do Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science, está em fase final de testes clínicos, que quando finalizados serão submetidos para aprovação e registro da Anvisa. Somente após essas aprovações, as doses serão disponibilizadas para a aplicação.

Erick Tedesco

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