Madalena foi morta com requintes de crueldade

Madalena foi encontrada em sua casa na Vila Sônia. (Foto: Arquivo/JP)

A ex-vereadora Madalena foi encontrada morta, dentro de sua residência, na Vila Sônia, no início da madrugada de ontem (07). Ela estava no sofá e tinha ferimentos na região da cabeça.

De acordo com o boletim de ocorrência, um vizinho que tinha o hábito de frequentar a casa de Madalena encontrou o portão da residência apenas encostado. Como tinha uma chave da casa da vítima, ele entrou e a encontrou caída no sofá.

Socorristas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a equipe Resgate do Corpo de Bombeiros foram acionados, mas Madalena já estava morta.

Os policiais civis da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) acompanharam a perícia do IC (Instituto de Criminalística). Depois o corpo de Madalena foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para a realização de exame necroscópico para confi rmar a causa da morte. As primeiras informações é de que no corpo de Madalena havia, possivelmente, ferimentos em decorrência de agressões com golpes de madeira e faca.

Os policiais constataram também papeis espalhados pela casa e localizaram quadros quebrados com algumas fotos da época em que Madalena era vereadora.

Não foi localizado nenhum sistema de monitoramento que pudesse ser usado para identifi cação do autor ou testemunhas.

O boletim de ocorrência foi registrado como homicídio, no Plantão Policial pelo delegado Carlos Vinícius Martins Lopes, mas será apurado pelos investigadores da 3ª DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Deic. Por enquanto, a polícia não tem pistas sobre a identidade do assassino.

INVESTIGAÇÃO

As circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil. O delegado Divisionário da Deic, Wilson Lavorenti disse que a apuração sobre o crime está sendo realizada ininterruptamente. “Assim que fomos informados sobre o crime já iniciamos as investigações. Os policiais da Deic estiveram no local do crime para o início dos nossos trabalhos”, afirmou o delegado.

Lavorenti acrescentou que uma testemunha sobre o caso já prestou depoimento e o inquérito policial sobre o crime já foi instaurado.

Por enquanto, a Polícia Civil não antecipou qual seria a linha adotada pela investigação para não comprometer o andamento dos trabalhos.

DENÚNCIAS

Quem tiver alguma informação que leve a identidade do assassino pode fazer denúncias anônimas por meio do telefone 181 do disque denúncia, ou diretamente com os investigadores da Deic pelo telefone (19) 3421-6169.

Cristiani Azanha
[email protected]

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