Mais um lote de 490 quilos de carne apresenta problemas

Foto: Divulgação

Prefeitura de Piracicaba descartou prejuízo aos cofres municipais e informou que o produto será substituído

No mesmo dia em que a Prefeitura de Piracicaba anunciou que começou a recolher um lote de 490 quilos de carne de porco das escolas municipais para devolver o produto à empresa fornecedora, o membro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), Walter Brandi Koch, denunciou o caso ao Ministério Público Federal. Ele contou que recebeu denúncias de servidores de que parte da carne com alteração no odor e no sabor chegou a ser preparada para a merenda, a prefeitura nega.

Na quinta-feira (13), Koch foi até a Divisão de Alimentação e Nutrição para verificar a denúncia e constatou que o produto estava em um saco plástico. Mais tarde, a prefeitura informou que um lote de carne suína, adquirido para a Merenda Escolar, com validade para abril de 2022 seria devolvido à empresa fornecedora.

Segundo a Prefeitura, após análise sensorial, a divisão identificou que a carne – que não foi servida – estava imprópria para o consumo. A Divisão de Alimentação foi informada pela direção de algumas escolas que receberam o produto – cubos de pernil suíno -, que a carne estava com odor alterado e sabor rançoso e, imediatamente, iniciou o recolhimento.

Agora, a carne será devolvida à Etus Alimentos Comércio e Distribuições de Carnes, que fornecerá outro lote, conforme consta em contrato. A Prefeitura reforçou que a carne não foi consumida e que não haverá prejuízo aos cofres municipais porque o lote será devolvido à empresa, que irá fornecer um novo produto.

“O lote de carne não estava vencido (o vencimento era para abril de 2022).

A Divisão de Alimentação e Nutrição, da Secretaria Municipal da Educação, informa que a análise dos alimentos da Merenda Escolar é um procedimento padrão, visando sempre a qualidade do produto que é ofertado aos alunos. “Embora exista uma análise de amostra dos produtos quando os pedidos são feitos, se algum produto apresenta problema ou irregularidade, ele é recolhido das escolas para a realização da troca. Inclusive, isso está previsto nos editais e nos contratos de fornecimento”, informou em nota.

Beto Silva

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