‘Masterchef Brasil’ estreia com novas dinâmicas

Foto: Divulgação/Band

De volta ao formato original, programa conta ainda com a chegada de Helena Rizzo ao trio de jurados

Mudanças são necessárias de tempos em tempos em qualquer tipo de programa. Há sete anos no ar, o “Masterchef Brasil” viu a repercussão do “talent show” se esvaziar ao longo das últimas temporadas. Em 2020, pressionados pela pandemia de Covid-19, o programa de gastronomia foi obrigado a buscar adaptações para seu formato. Porém, sem encontrar o dinamismo necessário para a competição e dominando ainda mais os protocolos de higiene e segurança, a produção retorna às origens em sua temporada inédita, que estreia terça, dia 6, na Band.

Com 23 participantes vindos de todos os cantos do País, a competição volta a eliminar um candidato a cada semana até chegar ao vencedor final. “A trajetória do herói sempre foi a principal característica do programa. Estamos voltando para a nossa origem. Basicamente, este é o resumo e diz muito sobre nós: originalidade, raiz, todas as estruturas que sempre tivemos, eliminação em todos os episódios e um grande vencedor. Acredito que o público estava com muita saudade do formato tradicional”, explica a diretora Marisa Mestiço.

Apesar do formato já conhecido do público, a competição contará com diversas novidades em sua dinâmica. Após cada prova, os jurados escolhem os melhores pratos e definem os três piores, porém um deles terá a chance de ser salvo pelos participantes que já estarão no mezanino. Nos desafios da “Caixa Misteriosa”, sempre existirá uma caixa dourada com ingredientes diferentes, que podem trazer vantagens ou desvantagens.

Uma outra novidade é a volta de ex-participantes. Daphne e Eduardo, que se aventuraram no “MasterChef Júnior” em 2015, retornam para mostrar toda a evolução na cozinha depois de atingirem a maioridade. “O programa volta às origens, mas mais malandro. O jogo é um personagem principal dessa trama. Ser bom cozinheiro é importante, mas também é necessário ser bom jogador, ter estratégia. Aquele participante mediano ou que gosta de se esconder não conseguirá fazer isso. Todo mundo vai ser obrigado a se posicionar na disputa”, defende a apresentadora Ana Paula Padrão.

JURADOS

A grande novidade da temporada, no entanto, está no time de jurados. Além de Erick Jacquin e Henrique Fogaça, o programa ganha o reforço de Helena Rizzo, que substituirá a argentina Paola Carosella no “reality”. Helena, que já atuou como jurada do programa “The Taste”, exibido pelo GNT, fez uma participação especial na terceira temporada do “Masterchef”.

“Naquela época, não esperava retornar como jurada fixa. Me considero uma pessoa séria na cozinha, gosto de qualidade e concentração. Sou exigente e falo as coisas que têm de ser ditas, mas também acredito que a culinária tem a ver com afeto, amor e alegria. Quando estamos vendo o programa, a tensão é enorme, mas, ao chegar aqui, é 10 vezes pior. O bicho pega mesmo. É uma tensão muito forte. Não imaginava que fosse assim”, aponta.

Com a pandemia ainda curso, os protocolos de segurança e higiene seguem com cuidados redobrados. Ao longo do período de gravações, os participantes estão confinados em um hotel em São Paulo. Elenco e equipe também passam por testes de Covid-19 a cada quatro dias e o uso de máscaras é obrigatório por trás das câmeras. “Já estamos gravando o nono episódio e não tivemos problema nenhum. O confinamento foi uma medida para que conseguíssemos conviver com essa situação de emergência sanitária no Brasil, mas obviamente isso tem impacto no jogo porque é um elemento a mais de pressão sobre os participantes. Eles estão há mais tempo longe das famílias, sendo continuamente testados na relação entre si, e se existe uma antipatia, ela pode evoluir para o ódio mortal”, aponta Ana Paula.

Da Redação

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