Merenda tem novo pregão estimado em R$ 66,44 milhões

Uma segunda versão do pregão eletrônico de 2020 para a compra da merenda escolar foi colocada no ar com valor estimado em R$ 66,44 milhões. A prefeitura também prevê que a nova empresa fornecedora de alimentos para as redes municipal e estadual forneça ao sistema 313 merendeiras. Ainda para os próximos dias, o Executivo deverá anunciar um nome para o cargo da secretaria da Educação, vago desde o começo deste mês.

A abertura do pregão acontece na próxima semana (dia 24) e o processo ficará aberto à participação por uma hora, das 8h às 9h. Sobre o preço médio por refeição dos alunos e uma possível economia para o cofre do município, a prefeitura informa que “os valores foram levantados para que fosse feita a estimativa da licitação. Porém, estão protegidos até o término da licitação para que não haja influência durante o decorrer do processo. Após o término da licitação, teremos os valores reais que poderão ser divulgados”. Serão cerca de 900 mil refeições por mês, suficiente para alimentar estudantes de 50 escolas municipais e 59 estaduais – três ETCs (Escolas Técnicas Estaduais) e sete Cases (Centro de Atendimento Socioeducativo) de Piracicaba.

Conforme o edital, a nova fornecedora da alimentação escolar também terá que incluir a mão de obra do preparo das refeições. De acordo com a assessoria de imprensa do governo, esses 313 profissionais serão suficientes para atender a demanda de Piracicaba. Quanto à participação da agricultura familiar com cota de 30% na compra com recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), via Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar), a prefeitura afirma que está cumprindo com a legislação. “O dinheiro fornecido pela FNDE, continuará sendo usado normalmente para a compra de produtos da agricultura familiar, como já ocorre. O fornecimento de verduras, legumes e frutas não entra no edital, pois, a compra é feita por meio da agricultura familiar e usada na auto-gestão”. A Horto Central Marataízes continua abastecendo as escolas.

Cristiane Bonin

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