Moradora reclama de falta d’água no Ibirapuera

Com a mãe acamada situação fica ainda mais difícil

A microempresária Luciana Montesião reclama de falta d’água há seis dias. Ela mora no Jardim Ibirapuera e contou que desde a última quinta-feira (27 de maio) está sem o produto.

Com a mãe acamada, ela não consegue dar banho e cuidar das roupas da idosa, disse que a pressão da água é muito fraca e, por isso, o reservatório da casa não é abastecido. A moradora disse que de quinta-feira a sábado ficou sem água e o fornecimento voltou na noite do sábado, porém, a pressão era muito baixa e o problema persistiu.

Ela disse que, no terceiro dia sem água, entrou em contato com Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) e foi informada que houve um reparo na rede e por isso aconteceu a interrupção. “Liguei lá e falaram que o reservatório do bairro estava seco”, contou. Luciana relatou o drama de cuidar da mãe, com 87 anos, que tem Alzheimer e está acamada. “Tenho de dar banho nela na cama, trocar as fraldas, lavar as roupas de cama e sem água não tem como”, relatou.

O Semae informou ontem que na última quinta-feira houve parada na estação de bombeamento (Unificada da Pauliceia), para manutenção de bomba e troca de válvula de retenção. Segundo a autarquia, anteontem, houve rompimento de rede na avenida São Paulo. Com isso, informou a autarquia, o abastecimento da região não se normalizou. “Não há falta de água de seis dias, tampouco, reclamações dos demais moradores”, informou o serviço acrescentando que foi aberta ordem de serviço para verificação de pressão no imóvel da moradora.

Beto Silva

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