Movimentos se unem contra obrigatoriedade

Os movimentos pretendem reunir manifestantes na praça José Bonifácio, no Centro, a partir das 14h. (Foto: Amanda Vieira/JP)

O MPV (Movimento Piracicaba Viva) e o MDP (Movimento Direita Piracicaba) realizam hoje um ato de protesto à obrigatoriedade da vacina contra a covid-19 no Estado de São Paulo. Os movimentos pretendem reunir manifestantes na praça José Bonifácio, no Centro, a partir das 14h. De acordo com Paulo Scott, o evento conta ainda com o apoio do Movimento Conservador.

No post que circula nas mídias sociais convidando a população a participar do ato, consta a #aglomerabrasil. Questionado se o ato defende a aglomeração em tempos de pandemia, Scott resumiu como uma desobediência civil. Segundo ele, o uso de máscara e o distanciamento social – que constam do protocolo para evitar contágio pelo novo coronavírus – também não serão obrigatórios na manifestação desta terça-feira.

Ele disse que o movimento acredita na existência do vírus, porém aponta a pandemia como pano de fundo para criar pânico entre a população e destacou que no evento desta tarde, a palavra será aberta a qualquer pessoas que desejar se manifestar.

PRIMEIRO ATO

O evento desta tarde é o primeiro organizado pelo Movimento Piracicaba Viva. Segundo Paulo Scott, o MPV surgiu nas eleições municipais e foi criado por pessoas que não concordavam com o atual governo municipal. “Surgiu da união de pessoas que são contra o sistema que existia há 20 anos com o PSDB”, afirmou.

Segundo ele, o grupo conta atualmente com 50 membros de várias faixas etárias, trabalhadores, empresários e pessoas que perderam o emprego e buscam recolocação profissional.

Scott afirmou que a meta é chegar a 200 membros e que o movimento está aberto a estudiosos e pesquisadores de temas como história, ciência política e liberalismo. “O objetivo é trabalhar com a população para melhorias de qualidade vida, verificando o que é prioridade e buscar – junto ao órgãos públicos – essas demandas da sociedade”, explicou.

O ativista adiantou que a agenda de eventos segue o que é realizado no restante do país e no Estado. Segundo ele, serão organizados atos contra o governador do Estado – João Doria (PSDB) e o STF (Superior Tribunal Federal).

Beto Silva
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