Devido à pandemia ato terá participação de 10 integrantes (Foto: Divulgação)

Ícone internacional na defesa das causas humanitárias, Nelson Mandela faleceu aos 95 anos, em 2013, e deixou um legado insubstituível e inesquecível: o sul-africano é, até hoje, exemplo de líder político, com expressiva atuação contra o processo de discriminação instaurado pelo apartheid, no seu país natal. Não à toa é anualmente lembrado em atos ao redor do globo no Dia Internacional de Nelson Mandela, que reverbera hoje em Piracicaba. Às 8h, integrantes do Movimento Ubuntu instalarão uma faixa na Ponte Pênsil que rebatiza o equipamento, temporariamente até 20 de julho, de Nelson Mandela.

O ato é repleto de simbolismos, como conta uma das integrantes, Valéria M. Freixedas. “Vivemos um momento em que é necessário solidariedade social, um mecanismo para estabelecermos pontes humanas”. A ação do grupo, ela ressalta, segue a filosofia Ubuntu (de raiz africana, que nutre o conceito de humanidade em sua essência), mais um legado de Mandela. “Só podemos ser quem somos, porque somos interdependentes, isto é, saber as necessidades dos outros e nos colocar a serviço”.

Devido à disseminação da covid-19, o ato acontecerá com no máximo 10 integrantes do movimento, respeitando distanciamento e tomando todas as precauções higiênicas, garante José David Barros Lorena das Neves. No momento, será produzido um material audiovisual. “Vamos gravar um vídeo para enviar para a equipe técnica do evento Mandela Bridges World E-Summit e nesse evento, que reunirá virtualmente, pessoas do mundo todo, serão transmitidos os vídeos no dia 18”.

Todos os integrantes de Piracicaba do Movimento Ubuntu passaram, em 2019, por uma capacitação pela Academia de Líderes Ubuntu, com sede em Portugal. “Vieram pessoas do país todo participar da formação, que aconteceu aqui em Piracicaba. O pessoal que aplica essa formação é de Portugal. Tivemos contato com o método, com os cinco pilares, que são Empatia, Resiliência, autoestima, autoconhecimento e serviço”, diz Neves.

A mensagem do grupo, além de honrar Mandela, é pontual ao momento inédito pelo qual passa aa humanidade, como aponta Neves. “Queremos deixar a mensagem que, mesmo em um mundo onde as pessoas estão acostumadas a criar muros, devemos desconstruir esses muros, temos que ser construtores de pontes”.

Pablo Carajol, que também integra o movimento, fala outro significado do ato deste sexta. “O desafio de ‘construir pontes’ é dos maiores legados desse grande ser humano e líder Nelson Mandela, ou seja, a superação de adversidades e injustiças em favor da humanidade se faz urgente”.

Erick Tedesco

2 COMENTÁRIOS

  1. cara Nelson Mandela era um terrorista que assasinava pessoas inocentes na África, por isso ficou preso tantos anos, agora os hipócritas esquerdistas, ficam exaltando esses lixos socialistas e hipócritas como mandela e carlos mariguella.
    o que mais impressiona é um jornal como o jp com tanta tradição fazer essa matéria.

  2. E essa foto? Foi antes da pandemia? Se sim, não tem sentido nenhum postar. Se foi na pandemia, trata-se de aglomeração sem máscaras de proteção. LAMENTÁVEL.

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