Novo protocolo exige vereador com máscara na tribuna

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Foto: Guilherme Leite/Câmara de Vereadores de Piracicaba

Trevisan, Rerlison, Polezi e Cássio não usaram acessório

O presidente da Câmara Municipal, vereador Gilmar Rotta (CID), anunciou na sessão desta quinta-feira (7), a exigência do uso de máscara por parte dos vereadores principalmente ao ocupar a tribuna. A regra parte de uma visita de inspeção feita nesta semana pelo Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador). Na última reunião ordinária, não utilizaram máscara na tribuna: Laercio Trevisan Junior (PL), Rerlison Rezende (PSDB), Fabricio Polezi (PAT) e Cássio Luiz Fala Pira (PL). Os protocolos foram emitidos pelo Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) em vistoria realizada na Câmara durante esta semana.

A assessoria da Câmara foi questionada sobre como será cobrado dos vereadores o atendimento ao protocolo de uso de máscaras durante o uso da tribuna, conforme determinou o Cerest. Também foi apontado os parlamentares que não usaram o equipamento de proteção individual na última sessão. A comunicação do Legislativo não comentou a inadequação dos vereadores e nem como irá exigir o uso de máscara. Foi informado, apenas, que a Câmara recomenda o uso do acessório, que há divisórias entre as mesas e tribuna no plenário, espaço que passa por higienização a cada uso.

PISCINAS MUNICIPAIS
Outro assunto abordado na última sessão camarária foi a reativação das atividades do Complexo Aquático Dr. Samuel de Castro Neves. O funcionamento das piscinas municipais – em obras desde início em julho de 2020 – pode não acontecer devido à estiagem. Segundo o vereador Pedro Kawai (PSDB), para encher as duas piscinas, são necessários mais de um milhão de litros de água.

CPI DA MERENDA
Na oitiva de ontem (sexta-feira), a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Merenda recebeu um executivo da Nutriplus – a identidade dele foi mantida sob sigilo. Segundo a assessoria da Câmara, o depoente comprometeu a empresa quanto á quitação de dívidas trabalhistas até novembro. Também ontem, um grupo de merendeiras do contrato atual protestaram em frente à sede da empresa, no Bairro Alto, pelo recebimento de salários e outros benefícios.

Cristiane Bonin
[email protected]

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