Número de grávidas positivadas mais que dobrou em 2021

Foto: Amanda Vieira/JP

No ano passado, 74 mulheres grávidas tiveram a doença, enquanto em 2021 foram 153 casos

O número de casos de covid-19 em gestantes registrados em Piracicaba mais que dobrou no comparativo entre 2020 e este ano. Segundo os dados da Secretaria de Saúde do município, de janeiro a dezembro do ano passado, 74 mulheres grávidas foram positivadas com a doença, enquanto entre os meses de janeiro ao atual julho, foram 153 confirmações.

O aumento de casos positivos foi maior entre as puérperas (mulheres no período pós-parto que dura de 40 a 45 dias). Segundo os dados da pasta, de agosto a dezembro do ano passado, foram registrados quatro diagnósticos positivos nesse grupo ante os 22 casos confirmados entre janeiro a julho de 2021, o que representa um aumento de cinco vezes e meio de diagnósticos de covid-19. Desde maio deste ano, grávidas e puérperas passaram a ser um dos grupos prioritários a receber a vacina contra a covid-19. De acordo com a Secretaria de Saúde, em Piracicaba não foi registrada nenhuma morte de gestante ou puérpera por covid-19 desde o início da pandemia. Segundo a pasta, em junho foi registrada a morte de uma grávida de 39 anos, sem ligação com a doença.

MORTES E INFECTADOS

Nesta terça-feira (13), Piracicaba registrou apenas uma morte por covid-19. Trata-se de uma mulher de uma mulher de 73 anos. A cidade também registrou 168 novos casos da doença, totalizando, até o momento 61.715 casos confirmados. Piracicaba conta ainda com 1.505 casos suspeitos, 95.497 casos descartados e outros 58.662 casos recuperados. Segundo a Saúde, 1.829 pessoas estão em tratamento contra a doença na cidade. Já o número de mortes é de 1.224. Entre os 168 diagnósticos positivos de ontem, estão 82 homens com idades entre quatro a 85 anos e 86 mulheres de um a 80 anos. Nesta terça-feira, a taxa de ocupação da UTI (unidade de Terapia Intensiva) manteve a tendência de queda. No SUS (Sistema Único de Saúde), o percentual foi de 81% – o mais baixo dos últimos meses -, enquanto na rede privada se manteve em 63%. Já os leitos de enfermaria se mantiveram em 42% na rede público e 47% no setor privado.

Beto Silva

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