“Os Noivos da Colina”

Por Walter Naime

Aos 255 anos a “Noiva da Colina” está se apresentando em 1º de Agosto com um “novo noivo”.
Os que o escolheram mais os que não escolheram aguardam com expectativa uma união de pró-atividade e de convivência pacífica entre as partes. Vitória de amor, carregado de esperanças mesmo com ventos uivantes vindo das alturas por um paraquedas colorido de vontades de dias melhores, pois os dotes do noivo que não eram poucos foram postos à disposição.
Normalmente as pessoas se apaixonam pelo par errado e o par errado se apaixona pela pessoa certa.
Em nosso caso vamos acreditar na junção de duas boas paixões.
Com isso os frutos dessa união terá bons resultados genéticos, materiais, intelectuais e psicológicos, porque pelo amor a causa coletiva o fermento da realização a serem registrados poderão ser muitos se os sacrifícios forem respeitados aparecendo então os benefícios.
A “Noiva da Colina” com seus muitos predicados territoriais, econômicos, geológicos, educacionais, religiosos e esportivos, atravessada por um rio generoso e belo, muito oferece aos seus 400 mil habitantes. Nossos antepassados foram felizes em acreditar nessas possibilidades que nos projetaram até os dias atuais.
Cumpre a responsabilidade dos noivos terem a consciência e deixar com que suas razões e emoções produzam a reciprocidade desse noivado.
Há noivados que duram mais e outros menos.
Nesse caso já se vão dezessete meses de aproximação e as demonstrações de crescimento de interesse das partes ainda não sofreram modificações relevantes com noivos se dando as mãos para avaliação dos compromissos assumidos. A torcida continua a espera de pronunciamentos mais claros para admitir a legitimidade necessária.
Os admiradores dos noivos aparentam estar apreensivos com o desejo de uma aproximação mais intensa em que os “toques de mão” sejam mais constantes para o entendimento e escolha dos passos seguintes.
Do último noivado, com grande durabilidade o noivo conseguiu permanecer nos encantos da noiva por um tempo prolongado mas com um esfriamento de emoções, com um desgaste de interesses sempre aumentado pela própria convivência do par noivo e noiva, com aspectos de enjoos culminou com a finalização do noivado numa escolha com resultado não esperado, pois “A colina” se movimentou trocando seus dirigentes.
Muitos presentes de ideias novas com embasamento histórico deverão ser apresentados pelo “novo noivo”, com inovação e atividade com o amor de aproximação a “Colina Noiva” cobra permanentemente tais sonhos.
Os resfriados, as gripes, a pandemia foram fatos para a demora dos bons acontecimentos, no entanto diminuídas essas causas, o aguardo de dias melhores pressionam o pretendente ao casamento com prazo marcado para 2024.
Caso isso não aconteça as alianças do noivado poderão ser devolvidas não com o brilho do ouro mas com a ferrugem da lata.
É necessário que com essa hipótese colocada, os prejuízos dos noivos, com o descontentamento crescente nos tragam uma história que poderia ser evitada dando tempo para correção de suas rotas, não havendo colisão.
Não podemos nesses casos de “soluções para coletividade” admitir o método de “tentativa e erro”, temos o direito do merecido acerto.
Não podemos dar chance à “incompatibilidade de gênio e conduta” para que a Noiva da Colina não saia perdendo a sua fama de Pródiga, Bela, Forte, Rica, Inteligente e Sábia que sabe receber sugestões.

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