Piracicaba registra nove óbitos por covid-19 nesta quinta (01)

Foto: Divulgação

A Secretaria da Saúde registrou nove óbitos, sendo quatro homens de 51, 63, 84 e 93 anos e cinco mulheres de 40, 50, 56, 58 e 85 anos. A cidade registra ainda 59.445 casos confirmados, 1.633 casos suspeitos, 93.595 casos descartados, 55.789 casos recuperados e 2.484 pessoas em tratamento. Com as mortes de hoje, Piracicaba atinge 1.172 óbitos pela doença.

Em 24 horas também outras 245 pessoas receberam o diagnóstico positivo para a doença. Nesta quinta a taxa de ocupação de leitos UTI-SUS está em 76% e a do setor privado em 74%. Já as enfermarias-SUS estão com ocupação de 65% e as do setor privado em 63%.

Piracicaba volta a registrar aumento de mortes pela doença

Piracicaba registrou aumento no número de mortos por covid-19 nesta quarta-feira (30). A Secretaria de Saúde informou que 11 pessoas morreram, sendo oito homens com idades entre 31 e 70 anos e três mulheres de 50, 66 e 78 anos. A pasta também registrou mais 214 novos casos. Com os números, Piracicaba acumula 1.163 mortos e 59.200 infectados. A taxa de ocupação da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ontem estava em 82 no setor público e 74% na rede privada. Nesta quarta-feira, alunos, professores, moradores das comunidades de Santana e Santa Olímpia, e representantes da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de Ensino do Estado de São Paulo) fizeram uma homenagem e protestaram a morte do professor de matemática Danilo Rodrigues Alves, de 31 anos, vítima da covid-19, ocorrida na tarde desta última terça-feira.

A manifestação foi realizada em frente à escola estadual Samuel de Castro Neves, em Santana, com a colocação de faixas e cartazes e no pátio do estabelecimento de ensino, onde foi montada uma mesa de homenagem ao educador.

No manifesto da deputada Professora Bebel, presidente da Apeoesp, ela lamentou a morte de Danilo e também de Valdemar Correr, professor e líder comunitário de Santa Olímpia, que morreu no dia 12 de junho, também vítima de covid-19. Para a parlamentar, a morte de Danilo, assim como de outros 100 profissionais da educação no Estado, poderiam ter sido evitadas se o governo estadual não pressionasse pela volta das aulas presenciais.

Nas proximidades da escola, que suspendeu as aulas em luto, foram colocadas faixas de protesto e de luto pela morte de Danilo.

Pelas redes sociais, Lídia Bilia, professora e amiga de Danilo, fez uma homenagem e mostrou a última conversa que teve com ele. Na imagem mostrava que sua vacina havia sido marcada justamente no dia que precisou ser entubado. Sua última palavra: “ironia”.

Da Redação

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