Piracicaba registra segundo caso de varíola dos macacos em homem de 26 anos; RMP tem 4 doentes

Foto: Divulgação

Segundo Vigilância Epidemiológica, paciente teve contato com pessoas que retornaram de viagem

O Departamento de Vigilância Epidemiológica de Piracicaba confirmou, nesta sexta-feira (5), o segundo caso de varíola do macaco na cidade. Segundo as informações da Secretaria de Saúde, o paciente é um homem de 26 anos, sem histórico de viagem ao exterior, mas que teve contato com pessoas que retornaram de viagem recentemente. A pasta informou que ele segue em isolamento domiciliar sob acompanhamento da Vigilância Epidemiológica. O outro caso já confirmado é de um homem de 38 anos, que também segue em acompanhamento.

Com o segundo caso em Piracicaba, aumenta para quatro o número de doentes na RMP (Região metropolitana de Piracicaba). A Saúde reforçou a informação de que o vírus da monkeypox faz parte da mesma família da varíola e é importante lembrar que o atual surto não tem a participação de macacos na transmissão para seres humanos.

“A transmissão ocorre entre pessoas e o atual surto tem prevalência de transmissão de contato íntimo e sexual”, explicou o secretário de Saúde, Filemon Silvano.

Para se prevenir da doença é necessário tomar cuidados como evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; evitar beijar, abraçar ou praticar sexo com alguém com a doença; fazer a higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool em gel; não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; fazer o uso de máscaras, protegendo contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.

SINTOMAS
O principal sintoma é o surgimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus; caroço no pescoço, axila e virilhas; febre; dor de cabeça; calafrios; cansaço; e dores musculares.

O período de incubação da varíola símia é tipicamente de seis a 16 dias, mas varia de cinco a 21 dias. O período de transmissibilidade ocorre a partir do início dos sintomas até o desaparecimento das crostas. Outras informações sobre a doença podem ser obtidas pelo telefone 3437-7800.

Beto Silva
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