Piracicaba se destaca em redução de doenças ligadas a falta de saneamento

Fruto dos investimentos feitos pela concessionária Mirante nos últimos nove anos, Piracicaba vai na contramão da triste realidade dos inúmeros municípios brasileiros que não investiram em saneamento básico. Enquanto o país registra aumento nas internações por doenças de veiculação hídrica, em Piracicaba os números de internação por doenças diarreicas caíram 93% nos últimos anos, segundo dados do Datasus, portal do Ministério da Saúde que acompanha os registros de internações, óbitos e outras ocorrências relacionadas à saúde da população brasileira.

Segundo um novo estudo do Instituto Trata Brasil, ao contrário de Piracicaba, a situação é diferente em grande parte do Brasil. O estudo ‘Saneamento e Doenças de veiculação Hídrica – ano base 2019’, divulgado na semana passada, mostra que é bastante preocupante a relação entre falta de saneamento básico x doenças de veiculação hídrica no país. O estudo foi feito a partir de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e do Datasus. Em 2019, por exemplo, houve um aumento de 30 mil internações em comparação com o ano anterior no país.

Em Piracicaba, a concessionária mudou a realidade da população com investimentos em obras que garantiram a universalização do saneamento, o que coloca o município como destaque nacional em rankings como o da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) e do próprio Trata Brasil. Todas as ações da concessionária têm como foco a qualidade de vida da população.

A concessionária vai muito além de prestar um ótimo serviço em saneamento básico. A área de Responsabilidade Social tem forte atuação com o propósito de manter a conexão com a população e deixar um legado de desenvolvimento para o município. Os projetos e programas desenvolvidos fortalecem o diálogo com lideranças comunitárias, além de engajar os colaboradores da concessionária. “Estabelecemos uma relação de interação com os clientes e a sociedade, principalmente a população vulnerável, para além das transações do serviço”, diz a diretora presidente da Mirante, Silvia Letícia Tesseroli.

“Vale destacar ainda as atividades de mobilização e organização comunitária, de geração de trabalho e renda, e de educação sanitária e ambiental, levando às comunidades a importância do abastecimento de água tratada em suas residências, coleta e o tratamento de esgoto para o meio ambiente urbano, para a saúde pública e melhoria da qualidade de vida”, conclui Silvia.

Da Redação

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